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segunda-feira, 7 de abril de 2014

ESQUEMA DE CORRUPÇÃO É AMPLO...


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Lula e Dilma não sabem como conter conspiração contra o governo – que envolve espionagem externa



Edição do  www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

Não existem ações concretas de partidos políticos de oposição para derrubar o governo – e muito menos risco imediato de golpismo fardado. O que há, de verdade, é um violento ataque de contrainformação contra um governo sem credibilidade, promovido por grandes empresas internacionais preocupadas com o muito de dinheiro que têm investido aqui no Brasil. O risco de perdas bilionárias leva a Oligarquia Financeira Transnacional a colaborar com a divulgação sistemática e cuidadosamente combinada de escândalos capazes de desgastar ou até derrubar o governo, atingindo seus principais integrantes e operadores.

Tudo é monitorado por empresas privadas de espionagem. Não são meras coincidências policiais as Operações Lava Jato, Hulk, Oversea, Porto Seguro, junto com a detonação de todos os problemas na Petrobras – Pasadena, Comperj, Abreu e Lima, plataformas superfaturadas, terceirizações e quarteirizações, além de outras broncas menos votadas como as caixas pretas da BR Distribuidora, Gemini, BB Millenium, PFICO (Petrobras International Finance Co), e Petrobras Global Finance B. V. (sediada em Rotterdam, na Holanda, que capta euros e dólares para a estatal).

Os problemas, denunciados por investidores, são acompanhados por investigações oficiais do Ministério Público Federal, Polícia Federal, Receita Federal, Tribunal de Contas da União. Várias delas podem redundar em processos judiciais. Em uma CPI, como a que o governo tenta abafar sobre a Petrobras, várias bombas atômicas podem explodir e implodir o desgoverno. Lula, Dilma e parceiros de negócios, nas alas política, sindical e de fundos de pensão, sabem que a conspiração rola abertamente. O sonho de poder virou pesadelo.

No momento, em meio à guerra assimétrica promovida por megainvestidores, o alto risco da delação premiada é o que mais apavora o governo no decorrer das quase certas ações na Justiça brasileira e na de Nova York, para apurar os prejuízos milionários na Petrobras. A petralhada tem um temor concreto de que Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró (principalmente este último) resolvam abrir o bico e soltar o verbo para relatar tudo que sabem sobre o real comando da organização criminosa que, no mínimo, praticou crime de estelionato (auferir vantagem ilícita a custa de terceiros, através de ardil) contra a Petrobras.

O elo mais frágil da corrente que se rompe é Paulo Roberto Costa. O ex-diretor de abastecimento da Petrobras, ex-conselheiro da BR Distribuidora e da Brasken (joint entre Petrobras e Odebrecht), está enrolado na Operação “Lava Jato” (operação da PF que investiga uma quadrilha suspeita de lavar R$ 10 bilhões em dinheiro ilegal, desviado do setor público). Ele está muito bem cuidado em Curitiba – onde a Justiça Federal é blindada de influências petralhas.


Parceiros de Costa, como o doleiro Alberto Youssef e o deputado federal André Vargas (vice-presidente da Câmara), são cabras marcados para detonação. Outro na corda bamba é Nestor Cerveró, ex-diretor internacional, indicado para o cargo pelo reeducando José Dirceu e responsável pela compra questionável de Pasadena. Junto com ele, Alberto Feilhaber (que foi empregado da Petrobrás durante 20 anos e que agora é vice-presidente da Astra Oil - segundo ficha dele no Linkedin). Também deve sobrar para todos os conselheiros e diretores da Petrobras na gestão Lula-Dilma.  

O pavor real é que se revele que parte do dinheiro desviado nos negócios na Petrobras e subsidiárias tenha servido para formar uma super-organização. O político que a comanda tem várias consultorias que gerenciam empreendimentos comerciais na África, hotéis em Cuba e na Venezuela, pelo menos três hotéis em Brasília, vários terrenos na capital federal e em São Paulo (registrados em nome de empresas no Panamá), além de fazendas produtoras de gado no Brasil, participações acionárias inferiores a 4% em várias empresas, e uma mini-frota de três jatinhos (em nome de laranjas, amigas empreiteiras).

Diante do alto risco de implosão, o desgoverno petralha pretende investir na “ditadura branca”, em táticas como o Marco Civil da Internet, para restringir a livre circulação de informação – que pode lhe ser fatal. O PT teme o grau de bronca jurídica que pode recair sobre seus membros, caso não vençam a reeleição. O mais apavorado com o risco de futuro chama-se Luiz Inácio Lula da Silva. O presidentro teme ser alvo fácil da Justiça no futuro. Agora, embora não tem imunidade parlamentar, não é incomodado tão intensamente pelos inimigos e adversários porque ainda tem um escudo forte: o poder federal. Sem isto, Lula sabe que será fisgado facilmente pela Justiça.

A “Batalha da Maré” (emprego da estratégia da Garantia da Lei e da Ordem contra narcoguerrilheiros urbanos) pode produzir, em futuro próximo, o mesmo efeito político da Guerra do Paraguai (após 1860): unir os militares em torno da ideia de que eles, unidos, como uma oligarquia civilista, podem mudar a realidade do Brasil. Tal visão pode realimentar, na caserna, a vontade de colaborar para promover uma nova intervenção civil-militar (parecida com 1964), caso a conjuntura política, econômica e institucional se agrave – como parece a tendência atual.

O agravamento dos ataques ideológicos às forças armadas - relacionando-as sempre, de forma mentirosa, a “ditaduras”, “torturas” e violações ao Estado democrático de Direito – tende a gerar o efeito contrário: em vez de desgaste de imagem, um reforço do espírito de corpo institucional das “Legiões”. A previsão sobre o risco de uma intervenção militar-civil é de um poderoso político da base aliada que mais joga contra que a favor do governo Dilma Rousseff – em franca queda livre de popularidade. Generais na reserva se manifestam abertamente contra o governo. Os da ativa aguardam a hora certa.

A bagunça e os problemas gerados pela Copa do Mundo da FIFA vão sacramentar a derrota do regime petralha. A imagem é tétrica. A Presidenta Dilma Rousseff está na proa do PTitanic, barco que está afundando e com ratos já fugindo dos porões, prontinha para ser empurrada do poder pelos grandes investidores internacionais contrariados e prejudicados, no bolso, pela arrogância, desgovernança, incompetência e corrupção de governo.

A previsão é que Dilma será jogada aos tubarões sem direito à boia de salvação reeleitoral. Seu Presidentro Lula, que sabe não navegar rumo a um Porto Seguro, tende a ser arremessado logo em seguida. O PMDB deve abandonar o PTitanic, assim que as candidaturas de Aécio Neves ou Eduardo Campos se consolidarem como oposição. O PT, que traiu o Brasil, será traído pelos aliados.

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