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domingo, 2 de junho de 2013

OS SALVADORES DA PÁTRIA!!!???

02/06/13 - Militantes de organizações terroristas com curso de guerrilha em Cuba
Franklin Martins - Ministro
das Comunicações Sociais no
Governo Lula
Contribuição para a Comissão da Verdade - 4ª Parte 
Carlos Minc, ministro dos governos Lula e
início do governo Dilma - Companheiro 
de luta armada da presidente na organi-
zação subversivo-terrorista VAR-Palmares 
participou de vários assaltos, inclusive ao 
cofre de Ademar de Barros
 
 
 
Pesquisado por Maria Joseita Silva Brilhante Ustra 
Responsável pelo site www.averdadesufocada.com
A Conferência da OLAS -Janeiro de 1966 - começou a revolucionar, como pretendia, a América Latina .
Em setembro de 1966, o Comitê Organizador da O.L.A.S, constituído por representantes de nove países, entre eles o Brasil, reuniu-se em Havana, fixando o mês de julho de 1967 para a realização da 1ª Conferência de Solidariedade dos Povos da América Latina
Eis alguns tópicos de importância da agenda aprovados na reunião: 
- A luta revolucionária anti-imperialistana América latina
-A solidariedade dos povos latino-americanos com as lutas de libertação nacional
Cuba deu amplo treinamenrto e apoio financeiro ao grupo de Brizola. De janeiro de 1965 a março de 1967, foram enviados à ilha de Fidel 26 homens
. De 10 de julho a  10 de agosto de 1967, foi então realizada a Conferência da O.L.A.S, cujo lema era : " O dever de todo revolucionário é fazer a revolução".
 
Participaram dessa Conferência 162 delegados, 66 observadores, 31 personalidades estrangeiras e 153 jornalistas.
Pelo Brasil compareceram,  como delegados, Aluizio Palhano Pedreira FerreiraJosé Anselmo dos SantosPedro da Silva, Carlos Tavares, e como convidado especial Carlos  MarighellaComo se vê, Marighella já era o revolucionário de confiança de Fidel Castro. O velho comunista, que tentava implantar uma ditadura marxista-leninista desde a década de 30, escreveu  inúmeros documentos que alcançaram repercussão mundial, sempre incentivando  os seus seguidores a intensificar a luta armada e implantar a revolução socialista na na América Latina.
 
Marighella , em abril de 1968, lançou " o Guerrilheiro ", homenageando a memória de Che Guevara. Em um  dos documentos - " Algumas questões sobre as guerrilhas no Brasil" -, escreveu: 
" A revolução cubana, como parte integrante da revolução socialista mundial, trouxe  ao marxismo - leninismo um novo conceito : o da possibilidade de conquistar o poder através da guerra de guerrilhas, e expulsar o imperialismo, quando não há guerra, e não se pode, portanto , transformá-la em guerra civil".
(...) "Assim, na luta guerrilheira  no Brasil , distinguem-se três fases  fundamentais: a primeira é a do planejamento e preparação da guerrilha, a segunda é a do lançamento e sobrevivência da guerrilha e a terceira é a do crescimento da guerrilha  e sua transformação em guerra de manobras. O tempo de duração de todas, ou de cada uma dessas fases, não importa, como ensina a história, pois os povos que lutam pela libertação  jamais se preocupam com o tempo de duração de sua luta."
No exterior, as organizações seguiam a risca a orientação de Fidel  para que se desenvolvesse a  luta revolucionária na América Latina , pregando a solidariedade dos povos latino americanos com as lutas de libertação nacional. 
Seguindo essa orientação de Fidel  Castro,  atuando ativamente com o objetivo de derrubar os governos dos países alvos, os grupos guerrilheiros que continuavam a crescer e se organizar, mantinham-se em constante apoio, não somente logistico, mas também em ações terroristas, penetravam nesses países,  ou comandavam as ações do exterior.
 Essas  organizações transitavam e agiam livremente penetrando pelas fronteiras com armas fornecidas por simpatizantes. Vários eram os países da América Latina que participavam do esquema :  Chile, Uruguai, Bolívia, Argentina e até mesmo de outros continentes como a Argélia, França, Itália , Suécia e Alemanha
 
No Brasil o trânsito de militantes entre as fronteiras,  saindo do país, ou entrando em nossas terras, era intenso. O vai e vem de militantes que seguiam para Cuba ou voltavam dos curso de táticas de guerrilha, era constante, além dos que se fixavam nesses países para servirem de apoios logísticos para a ida ou para a volta dos mesmos. Muitas das ações eram decidididas e planejadas em países vizinhos aos nossos.
Eram raras as organizações que não contavam com membros  treinados em cursos de guerrilha na área estratégica das operações . 
Continuando a  quarta relação dos que foram para Cuba, seguem abaixo  novos nomes:

- Carlos Minc Baumfeld
 Franklin de Souza Martins
**-relação total no endereço abaixo.

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