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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


Cúpula de lobistas, juízes e políticos têm dossiês sobre patrimônio de R$ 700 milhões da família Lula


Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Leia também o site Fique Alerta – www.fiquealerta.net (atualizado nesta segunda)
Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net

A família de Lula da Silva teria um patrimônio de mais de R$ 700 milhões em imóveis, participações acionárias em empresas, além de investimentos em títulos públicos brasileiros e papéis do tesouro de países europeus, principalmente da França, em cujos bancos os Silva teriam três caixas de segurança para depósitos.

Tais informações sobre a polpuda fortuna de Lula e seus familiares circulam, abertamente, entre conversas dos principais lobistas do eixo Brasília-RJ-SP. A cúpula do Judiciário, as principais figuras do Ministério Público Federal e muitos senadores e deputados já teriam os famosos dossiês contendo esses mesmos dados.

Por isso, transforma-se em ação de alto risco político qualquer tentativa de investigação rigorosa sobre escândalos envolvendo pessoas próximas a Lula – como foi o caso do Mensalão e agora é o caso da Operação Porto Seguro. Na avaliação de lobistas, políticos e da elite do Judiciário todos os caminhos investigados levam a Lula. E o tamanho do patrimônio de sua família não tem mais como ficar escondido – se for alvo de uma ação pente fino, absolutamente dentro da lei.

No País da impunidade, no qual a corrupção opera com ares de normalidade nas relações público-privadas, a sorte de Lula é que ele não está sozinho na impossível ocultação de uma riqueza ostentada. Pelo menos 40 senadores têm patrimônio acima de R$ 1 bilhão – a maioria totalmente incompatível com o salário e a atividade pública e privada do dia-a-dia. A situação é idêntica no chamado “alto clero” da Câmara.

Qualquer apuração oficial que tente relacionar patrimônio com corrupção recebe, nos bastidores, uma mafiosa pressão oculta e contrária de senadores, deputados e empresários (com quem fazem negócios). A impunidade acaba premiada e generalizada por causa da Justiça lenta e da falta de condições políticas e técnicas para uma livre atuação de órgãos públicos (como a Polícia Federal, Receita Federal, COAF e Banco Central).

Assim, o Ministério Público dificilmente tem provas objetivas na hora de oferecer as denúncias. Condenações só acontecem quando o Judiciário aplica o chamado “rigor seletivo”, apelando para teorias como a do “domínio do fato”, que ficou famosa depois de empregada no julgamento dos réus do Mensalão. E as punições só se tornam viáveis quando existe uma grande pressão das conhecidas “forças ocultas” transnacionais – geralmente contrariada ou muito prejudicada em negócios pelos esquemas de corrupção política.

A maior preocupação de Lula é que ele se transformou em alvo de poderosos inimigos externos. Ele hoje sofre duros ataques, chantagens e espionagens ilegais financiadas pelos mesmos sujeitos que o colocaram no poder e, por extensão, ajudaram a construir o belo patrimônio de sua família. A Oligarquia Transnacional que controla de fato o Brasil já descarta o PT e seus líderes.

Por isso, a previsão é de troca de marionetes para a eleição presidencial de 2014. Tudo tende a ficar do jeito parecido – com os esquemas de corrupção funcionando para impedir que o Brasil cresça e se desenvolva -, porém com personagens “renovados” na cúpula do poder. Lula e seus aliados se transformaram em objetos descartáveis. O negócio é esperar para ver como acontecerá o descarte...

Fonte:www.alertatotal.net 

domingo, 13 de janeiro de 2013

CADÊ OS ECOLOGISTAS ???


Poluição pelo uso de térmicas já é maior do que a do desmatamento

No Globo:
O uso prolongado das usinas térmicas, que começaram a ser acionadas em outubro para preservar os níveis dos reservatórios das hidrelétricas, que estão em patamares críticos, já provocou a emissão de mais de 16 milhões de toneladas de gás carbônico (CO2) equivalente até o último dia 10. Apenas entre outubro e dezembro do ano passado, o total de CO2 despejado pelas termelétricas na atmosfera chegou a 15,3 milhões de toneladas, de acordo com a consultoria WayCarbon, que fez o estudo a pedido do GLOBO.

De acordo com Tasso Rezende Azevedo, consultor em sustentabilidade do Ministério do Meio Ambiente, além de ser o maior volume de gases de efeito estufa já produzido pelas térmicas em um único ano, as emissões totais de CO2 da geração de energia no país deverão superar, pela primeira vez, em 2012, as emissões provocadas pelos desmatamentos.

— Registramos um recorde de tempo de uso de térmica. Por isso, pela primeira vez na História, as emissões de gás carbônico oriundo da geração de energia vão superar as do desmatamento. O Brasil está piorando a sua matriz — diz Azevedo.

O tempo de térmicas ligadas hoje também é inédito. Historicamente, diz ele, o período de acionamento dessas usinas é de 15 dias por ano, em média.

— Todas as térmicas ligadas geram, em um mês, 5,1 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente. É um número elevadíssimo. A potência dessas usinas tem sido aumentada constantemente, o que amplia a emissão sempre que episódios de estiagem ocorrerem. É preciso investir em matrizes limpas, não só em térmicas — diz Luísa Krettli, consultora da WayCarbon.
(…)

Por Reinaldo Azevedo
Fonte:http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

Custo do arroubo chavista de Dilma: quase R$ 40 bilhões só no setor elétrico



Levante a mão quem é contra o barateamento, em si, da energia elétrica. Existe? E por que haveria alguém? Estupidez? Maldade congênita? Fetiche? A hipótese é, por si, um despropósito.  A questão, obviamente, não está em ser contra ou a favor, mas na forma como atuou a presidente Dilma Rousseff. Tudo considerado, a intervenção no setor elétrico foi a maior barbeiragem do seu governo até agora. Em pouco mais de quatro meses, o valor de mercado de 34 empresas brasileiras do setor de energia elétrica listadas na Bolsa de Valores caiu R$ 37,23 bilhões. Nunca antes na história destepaiz se operou uma “revolução” num setor da economia desvalorizando de forma brutal as empresas. É uma sandice.

E por que aconteceu? Porque Dilma agiu como se o mercado não existisse. Ela ignorou que uma das naturezas do capitalismo – de sua boa natureza – é botar preço nas coisas. Se o governo intervém num setor e, sem um plano consistente e conhecido de investimentos, baixa o valor do bem ou do serviço oferecido, sem a devida compensação, a máquina de calcular é acionada. E o que os investidores encontram ao fim das operações? Prejuízo. Por que esses investidores – que são, presidente Dilma, financiadores da atividade – continuariam a apostar no que certamente seria um mico? Por patriotismo? Por amor à causa?

Felizmente, o Brasil não é a Venezuela. E, acreditem, uma das estruturas que ajudam a impedir que seja é justamente haver um mercado relativamente estruturado, que serve de radar. Desestimula a sanha intervencionista dos governantes. Dilma achou que, no que concerne ao setor elétrico ao menos, poderia dar uma de Hugo Chávez: “Vou, faço e pronto!”. Não é assim, não! E que se note: tais arroubos voluntaristas não dão certo nem mesmo na Venezuela, como estamos cansados de saber.

“Ah, então vamos ficar agora à mercê desse tal mercado?”, pergunta o mais indignado. A menos que se tenha uma ideia melhor para conseguir os recursos necessários, parece-me que ele terá, sim, de ser considerado.

Não se trata de um braço de ferro. As empresas da área não têm como fazer estoque, por exemplo, para pressionar o governo. Quem notou a gigantesca trapalhada, reitero, foi o mercado, cuja natureza é buscar boas oportunidades. Dilma não negociou com ninguém o seu milagre da energia barata. Se era mesmo assim tão simples; se bastava atuar na base da canetada, com discurso na TV; se a solução para um problema complexo era tão fácil, pergunta-se o óbvio: por que ninguém teve a ideia, nem mesmo Lula, de fazê-lo antes? A resposta: porque nunca foi nem simples nem fácil.

O setor elétrico, ao contrário do anunciado, continuou a ser um dos gargalos graves da infraestrutura brasileira e, lembre-se de novo!, é ainda dependente das chuvas. Com um crescimento da economia ridículo, muito abaixo da média dos emergentes e de economias subdesenvolvidas da América Latina, TODAS AS TERMELÉTRICAS brasileiras tiveram de ser acionadas. Não é preciso ser bidu para saber que um barateamento da energia levará a um aumento do consumo. Se a sorte não sorrir para Dilma com chuvas torrenciais nos lugares certos, é evidente que aumenta a chance de haver crise de abastecimento, racionamento, apagão. Como a economia trotando como um pangaré, a gente vai levando… Mas quanto precisa e quer crescer o Brasil?

Dilma se meteu numa enrascada. Pior: está demorando para admitir o erro e acha que pode resolver tudo na base do puro proselitismo e do “faço e aconteço”. Aqui e ali se nota que o simples debate sobre a possibilidade de racionamento é tratada como se fosse sabotagem e conspiração. Alguns animadores de auditório do governismo atribuem as críticas à decisão do governo como mero braço de ferro entre os que querem uma energia mais barata e os que a querem mais cara, como se isso fosse uma questão de escolha. E não é.

Dilma não é exatamente uma entusiasta do mercado, não é? Vejam o tempo que demorou para admitir que precisava do setor privado para tornar aceitáveis os aeroportos brasileiros. Lembrei ontem aqui que a crise no setor explodiu em meados de 2006. Quase sete anos se passaram, e só agora se começa a dar uma resposta.

Eis aí um dos malefícios de se ter uma oposição raquítica no Brasil. O necessário trabalho de vigiar o governo – é a sua principal tarefa – fica restrito à imprensa. O apagão mais grave que enfrenta o país é o da crítica.

Por Reinaldo Azevedo

Fonte:http://veja.abril.com.br

A CULPA É DOS ENGANADORES DO CONGRESSO


 As desastrosas consequências do ambiente de “liberdade”!
PChagas
Caros amigos

Após assistir, nos noticiários de hoje, a mais um relato escabroso do crescente índice de assassinatos de homens, mulheres, idosos, jovens e crianças, por puro divertimento e pela maldade das gangues organizadas à sombra da impunidade, concluo sobre a hipocrisia da Comissão Nacional da Verdade que se presta a investigar em nome de “direitos humanos” um passado de quatro décadas, já anistiado, sem enxergar ou importar-se com as desastrosas consequências do ambiente de “liberdade” criado e aperfeiçoado pelos  companheiros da luta armada cujos crimes querem esconder.

Cabe repetir as perguntas que fiz há algum tempo: Liberdade para quê? Liberdade para quem?
Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?
Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?
Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 27!
Fala-se muito em liberdade! Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!
Mas, afinal, o que se vê?
Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.
Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.
Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.
Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e sequestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.
Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!
Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!
Vivemos no país da censura velada, do “micoondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado!
 Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?
Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?
Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?
E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?
Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga  de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade?
Quando será que nós, homens e mulheres de bem, teremos de volta a nossa liberdade?

Fonte:http://www.averdadesufocada.com

A INVERSÃO É CULPA DOS LEGISLADORES


Segurança aos nossos bandido


Percival Puggina

 Jornal ZERO HORA, 13 de janeiro de 2013.

 Proporcionar segurança à sociedade é uma das finalidades do Estado. No entanto, cresce a sensação de insegurança e é imperioso refletir sobre o tema. As tarefas que convergem para esse elemento tão importante do bem comum não avançam em qualquer dos três poderes. Não se constroem presídios, não se ampliam os contingentes policiais e não se proporcionam boas condições materiais ao exercício dessas atividades.


A legislação penal é leniente. A justiça é lenta. É preciso muito azar para alguém ser preso e ficar preso. Mas se ficar, cumprida parcela ínfima da pena, sai às ruas porque o Estado acredita que ele irá cantar no coro da igreja, entrar para o Rotary ou trabalhar como voluntário em obras assistenciais.
As ações para a segurança pública, além de não avançarem, muitas vezes dão-nos a impressão de que estão em curso, sim, mas trafegando com excesso de velocidade, farol alto e na contramão do interesse social. Assim, por exemplo, a ministra Maria do Rosário, na condição de "presidenta" do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, vem de editar a Resolução Nº 08 de 21 de dezembro de 2012. Ao redigi-la, a ministra e o Conselho deram saltos olímpicos sobre os limites legais e constitucionais interpostos à sua atuação: determinaram procedimentos ao Ministério Público e às polícias estaduais, limites de ação aos serviços de inteligência das polícias militares, mudaram lei e atropelaram a Constituição.
O objetivo da Resolução é determinar o que deve acontecer quando um policial em atividade funcional causar ferimento ou matar alguém. Já de início causa espanto que o foco esteja fechado sobre como devem agir as autoridades quando a autoria da ação lesiva é atribuída a um policial. É esse e só esse o tipo de evento que interessa à Resolução. Não há qualquer menção a igual rigor quando o morto é um policial. Nem quando o morto é um cidadão qualquer. Parece que só quem não deve morrer é o bandido. Tem mais: em suas considerações iniciais, a Resolução afirma que a violência das mortes causadas em ações policiais "cria um ambiente de insegurança e medo para toda a comunidade". Deduz-se, portanto, que, para os redatores da Resolução, é a morte do bandido que causa insegurança à comunidade. Será?
Lê-se, também, no referido documento, que "até que se esclareçam as circunstâncias do fato" os policiais envolvidos "serão afastados imediatamente dos serviços de policiamento ostensivo e de missões externas ordinárias e especiais", e que os mesmos "não participarão de processo de promoção por merecimento ou por bravura" (aqui a própria Constituição Federal vai para o beleléu). Ou seja, se os preceitos da tal Resolução vigessem, os policiais que, nas proximidades de Cotiporã, participavam do bloqueio da estrada e reagiram ao tiroteio que lhes endereçaram os assaltantes, matando três deles, não poderiam ter sua bravura reconhecida e enfrentariam muito incômodo pela frente!
Não se pode, em absoluto, deixar de cobrar do Estado seu dever de inibir a violência policial, a formação de esquadrões da morte e coisas desse tipo. Mas saltar daí a um zelo desmedido pela segurança dos criminosos, conforme "resolve" essa Resolução, é o equivalente prático de coibir a ação policial. E esta é, sim, objetivamente, reduto de esperança da sociedade apavorada.

Fonte:http://www.averdadesufocada.com

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O LAMAÇAL CHEGOU NELLE...


O MPF vai investigar o ex-presidente Lula. PGR enviará o caso à primeira instância


(post original publicado por @delio)

Depoimento de Marcos Valério que acusa ex-presidente de ter recebido dinheiro do esquema para pagar despesas pessoais baseia investigação, diz ‘O Estado de São Paulo’. Procurador-geral da República enviará o caso à 1ª instância

O Ministério Público Federal (MPF) decidiu investigar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com base na denúncia feita pelo operador financeiro do mensalão, Marcos Valério, de que o esquema também pagou despesas pessoais do petista. Segundo reportagem do jornal O Estado de São Paulo publicada nesta quarta-feira, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, vai remeter o caso à primeira instância, já que Lula não tem mais foro privilegiado. A denúncia poderá ser apurada pelo Ministério Público Federal em São Paulo, em Brasília ou em Minas Gerais.
De acordo com o Estado, Gurgel tem repetido a integrantes do MPF que as acusações feitas por Valério em depoimento a procuradores precisam ser aprofundadas. O procurador-geral da República ainda analisa o depoimento dado por Valério em setembro do ano passado e documentos apresentados por ele serão o ponto de partida do inquérito sobre a participação de Lula no mensalão.

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/mpf-decide-investigar-envolvimento-de-lula-no-mensalao

Fonte:http://www.observadorpolitico.org.br



 Nada como um dia atrás do outro


     Há um velho ditado que diz que “é mais fácil pegar um mentiroso do que um coxo”.  E como existem mentirosos nessa esquerda socialista que hoje nos governa!


(Gen Ex José Carlos Leite Filho – linsleite@supercabo.com.br – 10/01/13 –

Publicado em “O Jornal de Hoje”, de 10/01/13-Natal/RN)


     A vantagem dessa gente é a esperteza e a desfaçatez que usam para enganar a população. Junte-se a isso a tal da “governabilidade” ou “base aliada” refletida no Congresso e a farsa está montada. A partir daí tudo pode acontecer, pois é só empurrar goela a dentro, como se faz para engordar peru, sem que haja reação.

Internamente, no Brasil, proclama-se aos quatro cantos que a chegada ao governo dos atuais governantes se deu como consequência da luta contra a “ditadura militar” e “em defesa da democracia”, o que, de tanto ser repetido, ganha foros de verdade, conforme ensinado pelo regime nazista de triste memória. A coragem de confessar a verdade da luta armada para a conquista do poder e implantação do desmoralizado regime comunista, como disse Jacob Gorender em seu livro, remanesce em poucos. O heroísmo insistentemente buscado se desfaz à medida que episódios como a Ação Penal 470 ou “mensalão” são escancarados ao público, evidenciando que a luta empreendida é de “quadrilhas”, de colarinho branco, paletó e gravata, na busca da chave do cofre.
     Enquanto isso acontece, os militares se mantêm silenciosos cumprindo os seus deveres constitucionais e auferindo, cada vez mais, a credibilidade do seu povo!
     Além das fronteiras, os falsos amantes da democracia buscam parceiros em países como Cuba, Venezuela, Argentina e Irã, além de outros, onde a lei vale mais para garantir ambições políticas, interesses de grupos e privilégios, dando assim força a um outro adágio popular que preconiza: “dize-me com quem andas que te direi quem és”...
     Não faz muito tempo que o Congresso paraguaio, em estrita obediência aos ditames constitucionais lá vigentes, aprovou o impedimento do seu presidente Fernando Lugo, provocando imediata, descabida e vergonhosa reação do Mercosul, tendo à frente Brasil e Argentina, cujos governantes, sob pretexto de um inexistente “golpe de estado”, se apressaram em enviar para Assunção os seus chanceleres “em defesa de uma ameaçada  democracia num país membro”, resultando na suspensão do Paraguai do citado organismo internacional e assim, ardilosamente, removendo o único obstáculo para a admissão da Venezuela, que era o veto  do Paraguai!
     Hoje é chegada a vez de mais uma mentira ser criada para a violação da Constituição, agora na Venezuela, visando a permanência no governo do moribundo parceiro Hugo Chávez, hospitalizado em Cuba, escancarando-se o desprezo da hipocritamente decantada democracia e o desrespeito à lei, sem que se tenha notícia de reação do Mercosul.
     Não será surpresa o surgimento de um pronunciamento oficial brasileiro lastreado nos nossos princípios constitucionais de autodeterminação dos povos e da não-intervenção, pois há mentira para todos os gostos e ocasiões.

Fonte:http://www.averdadesufocada.com

É MÁ FÉ DESARMAR O CIDADÃO


Ianques assassinos versus pacificos tupiniquins



Por Bene Barbosa*
Todos os dias, pela manhã, recebo a clipagem das notícias de interesse do MVB, veiculadas pelos diversos órgãos de impressa de todo o país. Hoje, um texto me chamou a atenção, não pelo seu conteúdo, uma vez que é, maxima data venia, claudicante e simplório, mas sim por ser de autoria de um proeminente membro da magistratura brasileira e, também, coincidentemente, um ex-professor de quando cursei direito.

Nesse artigo, basicamente ele sustenta a velha tese que quanto mais armas, mais homicídios, externando parecer-lhe absurdo querer copiar os "ianques" em suas leis sobre a posse e o porte de armas. Obviamente, ele se baseou tão somente eu sua ideologia e não em fatos e dados, repetindo apenas aquelas velhas cantilenas que nos chegam aos ouvidos e nem mesmo nos lembramos de onde partiram. Não fosse isso, não teria escrito o descalabro de que o comércio de armas aumentou no Brasil, quando, em verdade, sofreu uma redução superior a 90% desde o ano 2000.
Ainda assim, levando-se em conta apenas e tão somente a teoria sustentada no artigo, no sentido de que a arma de fogo causa homicídios da mesma forma que o mosquito Aedes Aegypti causa a dengue - teoria esta abandonada até mesmo pela ONU, diga-se de passagem -, comparei um estado "ianque" e um estado "tupiniquim", Utah e Alagoas, respectivamente.
Ambos os estados possuem aproximadamente três milhões de habitantes. Utah é um dos mais armados dos EUA, com quase 2,5 milhões de armas, ou seja, praticamente uma arma para cada morador. Alagoas é um dos estados mais desarmados do Brasil, com apenas 9.558 registradas, de acordo com informações da Polícia Federal, ou seja, 0,003186 arma por habitante.
O porte de armas em Alagoas é proibido, como em todo o Brasil, e a Polícia Federal não informa quantos portes há neste estado. Em Utah, o porte de arma, isto é, a permissão para que o cidadão ande armado, é do tipo "Shall-Issue", que consiste na permissão de porte desde que o cidadão apresente certas prerrogativas, como, por exemplo, idade mínima, comprovante de residência, tenha um curso preparatório para o uso de armas, dentre outros. Porém, uma vez que o cidadão se enquadre nestes requisitos, obrigatoriamente o órgão policial é obrigado a expedir o porte de arma. Lá, diferente daqui, não existe a temerária discricionariedade, que coloca o cidadão ao jugo dos humores das autoridades.
Em todo ano de 2010 – últimos dados disponíveis pelo FBI –, Utah registrou 53 homicídios. Alagoas, terra de desarmamentistas como Renan Calheiros, registrou em 2010 a assustadora soma 2.084! Enquanto os "ianques belicistas" de Utah possuem a taxa de 1,9 homicídios por 100 mil habitantes, os "pacifistas tupiniquins" de Alagoas engolem a taxa de 66,8 por 100 mil habitantes. Os "belicistas" matam 40 vezes menos que os "pacifistas".
Uma vez provado, com dados e fatos, que armas não significam crimes, gostaria apenas de frisar que o termo "Ianque" é tão depreciativo quanto o "tupiniquim" aqui utilizado. Não, os brasileiros não são assassinos natos, não são violentos propensos ao homicídio e barbárie. A diferença é que lá quem é punido é quem comete o crime, e não sua vítima, como acontece no Brasil, onde se desarma o cidadão e os criminosos podem agir com segurança, invadindo casas, roubando, estuprando e, quando lhes dá vontade, matando sem piedade.
*Bene Barbosa é bacharel em direito, especialista em segurança e presidente do Movimento Viva Brasil – http://www.mvb.org.br/


Fonte:http://www.averdadesufocada.com

 O golpe bolivariano na Venezuela



Caros amigos
PChagas

Como diria o jornalista Boris Casoy, "é uma vergonha" o governo brasileiro apoiar ideologicamente, pela terceira vez, a distorção dos preceitos legais em crises políticas de países amigos: Honduras, Paraguai e, agora, Venezuela. E aqui cabe a pergunta: O que estaria o Sr Marcos Aurélio Garcia fazendo em Cuba, desde 31 de dezembro de 2012,  dando o respaldo petista ao golpe ou ungindo o caudilho moribundo em nome do Foro de São Paulo?

Independente da resposta, penso que a melhor coisa que pode acontecer, neste momento e nesta conjuntura, ao  nosso vizinho do norte, é deixar que o golpe seja dado, já que, com certeza, é o que quer a maioria dos venezuelanos, composta pela pobre massa de ignorantes que apóia o caudilho.
É importante que o "chavismo", assim como o "castrismo", o "lulopetismo", o "kirshnerismo" e seus congêneres caiam pelo efeito da sua própria podridão e pelo atraso que representam no contexto da evolução política da humanidade.
A massa, mantida cativa ou inebriada pelas promessas populistas, visionárias, demagógicas, messiânicas,  mas, principalmente, totalitárias desses líderes de barro de taipa, precisa sentir na carne, porque não tem outra lógica, a dor da realidade e do desmoronamento do engodo de que tem sido vítima, embora, verdade seja dita, tenha sido historicamente explorada, enganada e abandonada pela vergonhosa classe política da América Latina.
Qualquer alternativa ou recurso legal que tire o caudilho do poder, antes que o caos se instale e que a massa sinta na pele, no bolso e no estômago os efeitos da ilusão e enxergue que foi, mais uma vez, usada e enganada, será motivo para reforçar seu poder messiânico e, pior, criará condições para transferir para a oposição a responsabilidade pelo fracasso do projeto e para endeusar mais um canalha que, mesmo depois de morto, continuará a assombrar e a iludir os ignorantes de uma nação órfã de líderes e de verdadeiros estadistas.
Não há atalhos para o amadurecimento político,  somente a educação, a cultura, o tempo e a dor do "ensaio-erro" podem dar às nações a estabilidade que as faça imunes às investidas do populismo socialista do tipo bolivariano,  pregado e professado na América Latina pelos integrantes do famigerado Foro de São Paulo.
Cabe às instituições mais evoluídas, confiáveis e identificadas com os anseios da nação e aos cidadãos e raros políticos de bem estar atentos para, no momento oportuno, tomar a iniciativa de uma ação legítima que devolva à sociedade o sentido de verdade e de honestidade que lhe permitirá mudar de rumo estribada em um consenso que lhe faça ver a realidade e a impeça de comprar ilusões de igualdade, pagando o preço da liberdade.

Fonte:http://www.averdadesufocada.com

NÃO HOUVE PLANEJAMENTO !


Dilma quer gastar mais gás e carvão nas térmicas para beneficiar Petrobras e transnacionais de energia


 – www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão – serrao@alertatotal.net

O providencial problema climático que provoca a falta de água da maioria dos reservatórios para geração de energia hidrelétrica se transforma em uma boa oportunidade para o governo Dilma Rousseff agradar as grandes transnacionais de energia que têm gás a carvão sobrando para vender a preços altos. Eis o motivo pelo qual o Ministério das Minas e Energia – gerido pelo esquema de José Sarney – pretende manter as usinas térmicas ligadas por mais tempo que o necessário.

Como de costume, quem vai pagar a conta é o consumidor final, via aumento de tarifas de energia. O governo insiste no ilusionista discurso de que promoverá uma queda de tarifas em até 20%, no médio prazo, enquanto admite que pode ser obrigado a praticar aumentos nas tarifas, no curto prazo, para compensar os altos gastos com as térmicas. No fundo, por trás de tudo, está o plano de mudar o jogo de investidores no setor elétrico brasileiro, diminuindo a participação do esquema hidrelétrico para a metade da matriz.

O plano faz parte de uma guerra de bastidores com investidores internacionais – hoje identificados como os patrocinadores de uma guerra de dossiês e sistemas ilegais de espionagem para atingir membros do atual governo, tendo como alvo principal o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A tungada promovida pelo governo Dilma no sistema Eletrobrás – gerando falta de ganhos e consequentes prejuízos para os grandes investidores de fora – faz parte da tática de mudar as peças do jogo energético.

A intenção oficial é que as térmicas tenham mais presença na matriz energética do Brasil, chegando a 20% do mercado gerador. Elas deixariam de ser usinas de complementação para se transformarem em usinas de base – mesmo que isto contrarie compromissos ambientais assumidos pelo Brasil. O governo também quer novas empresas (e parceiros) investindo em fontes renováveis de energia – como energia eólica e biomassa – que podem atingir 30% de participação da matriz de energia.

Outra clara intenção do governo é aliviar a intensa pressão sofrida por investidores do setor de óleo e gás. O jeitinho é aumentar os ganhos das petroleiras aproveitando a falta de água nos reservatórios para justificar mais gastos com a chamada “energia suja”. De cara, Petrobrás e Raizen (Shell) terão bons lucros com a venda de gás a preços mais altos para financiar a geração de energia termelétrica. Com elas lucrando, os investidores também se acalmam, enquanto ganham tempo para diversificar suas aplicações nas novas alternativas energéticas que o governo pretende oferecer.

O drible do governo já está indicado. Resta saber se o mercado vai aceitar a jogada em combinação. Por enquanto, os investidores (principalmente da Eletrobrás) não desejam trégua contra o governo. É forte a tendência de que sejam movidos processos no exterior para anular a assembleia geral da Eletrobras que causou os megaprejuízos.

Fonte:www.alertatotal.net 

- Confianca nas instituicoes‏



- Confiança nas instituições‏



Fonte: Fundação Getúlio Vargas

Os brasileiros confiam muito mais nas Forças Armadas, cuja atuação nada tem a ver com seu cotidiano, do que na polícia ou no Judiciário, que têm importância bem maior no seu dia a dia. O último Índice de Confiança na Justiça, o ICJBrasil, elaborado pela FGV, mostra que as instituições judiciárias e de segurança padecem de significativa descrença por parte dos cidadãos, que delas esperam eficiência e celeridade. Como diz a própria FGV, esse quadro afeta diretamente o próprio desenvolvimento do País, pois, se a população não enxerga o Judiciário como instância legítima e confiável para a resolução de conflitos, entra em xeque o Estado de Direito.

A pesquisa, realizada em sete Estados e no Distrito Federal, ouviu 3.300 pessoas no segundo e no terceiro trimestres de 2012. É um levantamento qualitativo que visa a medir o sentimento dos brasileiros em relação a suas instituições, ou seja, se os cidadãos comuns acreditam que elas sejam capazes de cumprir suas funções de modo satisfatório, se elas são importantes em sua vida e se seus benefícios justificam seus custos. Nessa pesquisa, as Forças Armadas, que no mesmo período de 2010 já apareciam como a instituição mais confiável, com 66% de aprovação, mantiveram a liderança, mas sua aprovação saltou para 75%. Em seguida, aparece a Igreja Católica, com 56%. Ela havia conquistado essa posição já em 2010, em meio à polêmica causada pela questão do aborto nas eleições presidenciais daquele ano. Até então, a Igreja aparecia em sétimo lugar na lista, com 34% de aprovação. Na sequência são citados o Ministério Público (53%), as grandes empresas (46%), a imprensa escrita (46%) e governo federal (41%). Só então aparecem a polícia e o Judiciário, ambos com 39% de menções positivas, seguidos pelas emissoras de TV (35%). Na lanterna permanecem o Congresso (19%) e os partidos políticos, com apenas 7% – índice que já foi de 21%."

Estamos trabalhando para que esses 25% da sociedade que ainda não conhecem o Exército passe a conhecê-lo. Porque quem o conhece, nele confia. Ajude-nos nessa tarefa. SL



Lembre-se sempre:

"Embora ninguém possa voltar atrás e  fazer um novo começo, qualquer um pode  começar agora e fazer um novo fim"

Fonte: Fundação Getúlio Vargas

Fonte: www.emdireitabrasil.com.br

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

OS MENSALEIROS TRAMARAM ESSA FORMULA..


Os bolivarianos deles e os nossos. Ou: A boa notícia é que esses modelos autoritários dependem de líderes carismáticos, que chegam ao fim



Não existe Poder Executivo na Venezuela — refiro-me à existência de uma burocracia estável, que opere segundo regras. Existem os ditos “socialistas bolivarianos” e as necessidades de uma cleptocracia que privatizou o discurso da igualdade e da justiça social.

Não existe Poder Legislativo na Venezuela — refiro-me à pluralidade da sociedade representada no Parlamento. Existem, com raras exceções, pistoleiros que manipulam a miséria material e moral da esmagadora maioria da população.

Não existe Poder Judiciário na Venezuela — refiro-me a juízes independentes, que tomam decisões segundo a letra da lei. Ocorre que também não existem leis. Os “bolivarianos” do Executivo, do Legislativo e da Justiça se reúnem e dão suas sentenças.

Há certa escória no Brasil, fartamente financiada com dinheiro público, que vê o modelo venezuelano como um horizonte, uma meta, um ponto de chegada. Esses vagabundos apreciam muito particularmente a política de Chávez para os meios de comunicação. Os jornais e a Internet ainda gozam de relativa liberdade de expressão e opinião naquele país. Mas há o risco permanente de o jornalista ser alvo de um processo que pode aniquilar a sua carreira e as suas finanças pessoais, com a possibilidade real de o acusado ir para a cadeia. Na prática, basta que o estado decida que ele está “mentindo”. Nas ditaduras, como sabe toda gente, a verdade é a mentira, e a mentira, a verdade.

A radiodifusão (TVs e rádios) se tornou monopólio do estado e de meia dúzia de pistoleiros que decidiram enriquecer no chavismo fazendo o jogo do tirano. Assim, não se impressionem com as sucessivas vitórias do tiranete nas urnas. O fato de haver uma oposição ativa no país é que é quase um milagre. Imaginem um modelo em que só um dos lados tem acesso às TV e às rádios. Antes de ficar doente, Chávez permanecia no ar, cotidianamente, por quatro, cinco horas a fio.

“Aquilo sim!”
A Justiça venezuelana endossou o autogolpe. Por aqui, há uma penca de petistas e petralhas que estão, a um só tempo, vibrando e lamentando: “Aquilo, sim, é que é Judiciário! Vejam como os juízes não traem aquele que os nomeou. Já o Joaquim Barbosa… Que preto mais ingrato!”.

Em seus dez anos de poder, o petismo endossou todas as violências institucionais de Hugo Chávez — dentro e fora da Venezuela. Mais do que isso: fez-se seu caudatário, transferindo-lhe a liderança do subcontinente em vários momentos. Foi assim com a crise em Honduras, por exemplo. O Itamaraty se transformou em mero esbirro do chavismo e foi coadjuvante da tentativa de provocar uma guerra civil no país centro-americano. O Brasil também se alinhou com o ditador venezuelano no ano passado, contra o novo governo — constitucional! — do Paraguai. Assessores chavistas tentaram convencer a cúpula do Exército paraguaio a dar um golpe de estado. E Banânia junto! Os petistas se juntaram a Chávez em seus permanentes confrontos com a Colômbia. Ficou demonstrado que o ditador forneceu armas às Farc — ele próprio admitiu que armamento venezuelano foi encontrado com os narcoterroristas. Segundo disse, tratou-se de um roubo… Menos realista que o próprio bandoleiro de Caracas, Celso Amorim chegou a dizer que nada ficara provado.

Agora, o Brasil endossa, sem reservas, o autogolpe.

Como se vê, os chavistas não demonstram compromisso nem com a Constituição que eles próprios votaram. Como escrevi aqui há dois dias, uma ditadura não precisa ser necessariamente discricionária — isto é, ela pode se amparar em leis, ainda que injustas. O chavismo não tem nem esse prurido. É lei aquilo que os capitães do mato do bolivarianismo consideram… lei. E ponto final.

Os petistas admiram esse modelo. Façam uma pesquisa e vocês encontrarão uma avaliação espantosa de Lula sobre o modelo chavista: “Há democracia na Venezuela até demais!”, disse ele. Como as palavras fazem sentido, isso quer dizer que, para o Apedeuta, o ideal seria que aquele país fosse um pouco… menos democrático!

Bolivarianismo desidratado
Aqui e ali, leio algumas especulações sobre as diferenças cruciais que haveria entre o petismo e o bolivarianismo chavista. É… Com efeito, são bastante diferentes. O que importa nesse debate, no entanto, entendo eu, não é essa diferença, mas os seus motivos.

Cabe perguntar: o PT não aplica o modelo chavista porque não quer ou porque não pode? A resposta é óbvia: PORQUE NÃO PODE. Querer, ah, isso ele quer, sim! E com ardor. Não fosse assim, não haveria esse alinhamento automático com as decisões tomadas por aquele ditador asqueroso. Ao apoiar Chávez de maneira incondicional, os petistas estão afirmando o óbvio: nas circunstâncias venezuelanas, teriam feito o que ele fez e, por intermédio de seus acólitos, ainda faz.

Eis o busílis relevante. Lula e Chávez chegaram ao poder em circunstâncias muito distintas. A Venezuela vinha de um quadro de desordem institucional. As ditas “elites tradicionais” que governavam  o país haviam se desconstituído, abrindo o caminho para um aventureiro, que se apossou da bandeira da justiça social. Não que o modelo venezuelano não fosse um exemplo de iniquidade. Era, sim! A questão é saber por que a alternativa tinha de golpear a democracia. Não custa lembrar que o próprio Chávez já havia tentado liderar um golpe militar. Foi preso e acabou anistiado — o que também era uma evidência da crise.

Lula, ao contrário, chegou à Presidência, para sua eventual infelicidade, com as instituições arrumadas. Recebeu de FHC, à diferença do que alardeou, uma herança mais do que bendita: os Poderes da República eram harmônicos e independentes; o sistema financeiro estava saneado; a inflação estava sob controle, havia uma burocracia de estado razoavelmente profissionalizada. Nota à margem: percebam que todos os protoditadores da América Latina alcançaram o poder na esteira de crise violentas: além de Chávez, Rafael Correa, Evo Morales e Cristina Kirchner.

Muito bem! Lula não pôde governar o país como quis, mas segundo circunstâncias que não escolhera. As instituições não eram um imenso vazio a ser preenchido pelo voluntarismo. E agora começamos a chegar a um aspecto interessante dessa história. Chávez, Correa, Cristina e Evo não gostavam das limitações legais que herdaram e decidiram moldá-las à sua vontade. E Lula?

Pois é, meus caros… À sua maneira e dentro do que era possível, procurou fazer a mesma coisa. É que deu, até agora ao menos, com a barbicha n’água. Como esquecer a tentativa de censurar a imprensa por intermédio de um Conselho Federal de Jornalismo? Como esquecer a tentativa de censurar a imprensa de novo por intermédio do Plano Nacional-Socialista dos Direitos Humanos? Como esquecer a permanente pressão feita pelos petistas, ainda hoje, em favor do “controle social da mídia” — vale dizer, em favor da CENSURA?

Malsucedido até agora no esforço de censurar a imprensa, o bolivarianismo desidratado do PT optou por um caminho alternativo: financia a pistolagem da subimprensa com dinheiro das estatais. Recursos públicos são usados, assim, para satanizar os “inimigos” do partido: a imprensa independente, políticos de oposição e figuras do Judiciário e do Ministério Público consideradas inconvenientes.

Mensalão e STF
Ora, meus caros, o que foi o mensalão senão um esforço deliberado de golpear as instituições, criando uma espécie de Parlamento paralelo para servir não aos interesses da população, mas ao projeto de poder de um partido? O assédio ao STF, diga-se, ficou mais do que demonstrado, até por intermédio da confissão de algumas estrelas do petismo, não é mesmo? Lula, pessoalmente, avaliou que tinha cacife para chantagear o ministro Gilmar Mendes. Felizmente, deu-se mal. Já está mais do que demonstrado que figuras de alto coturno do petismo, como direi?, debateram com Luiz Fux o processo do mensalão na reta final que antecedeu a sua nomeação. O STF, felizmente, ainda é composto por uma maioria de pessoas independentes, mas é evidente que a infiltração já aconteceu. A pauta de um partido — que, por definição, pertence a uma parte do país apenas — chegou ao tribunal.

Autoritário que é em essências, o PT se organizou para criar uma CPI, a do Cachoeira, que pretendia menos investigar malfeitos do que atacar a imprensa, o Ministério Público e o STF. Quando ficou evidente que uma investigação minimamente isenta faria explodir uma bomba no colo do próprio petismo, os valentes bateram em retirada. Sim, os nossos bolivarianos tentaram usar uma prerrogativa sagrada do Poder Legislativo — a comissão de inquérito — apenas para se vingar dos adversários e para intimidá-los.

Lula, o homem acima da lei
O que acaba de fazer a Justiça venezuelana? Declarou que Hugo Chávez está acima das leis — até daquelas que, na prática, ele próprio instituiu. Ao adiamento da posse — essa foi a formalidade alegada — corresponde uma outra decisão: a prorrogação do mandato. E não há absolutamente nada no texto constitucional que autorize tal medida. Eis o que chamo de uma ditadura que é também discricionária. Nem as leis que inventou para si mesma lhe servem.

E por que os três Poderes da Venezuela assim decidem? Porque, na prática, são um Poder só, a serviço de um grupo liderado por um caudilho. Que inveja, não é mesmo, Lula? Que sonho, não é mesmo, PT? Ora, quando as primeiras denúncias de Valério contra Lula vieram a público, qual foi a reação imediata de petistas e petralhas? “Em Lula, não! Não mexam com Lula! Lula é intocável!” Não existem intocáveis no regime democrático.

Os petistas têm sido bem-sucedidos em silenciar as oposições, mas isso se deve mais à falta de clareza e, às vezes, de propósitos dos adversários, que se deixaram anular pelo proselitismo virulento, do que propriamente a seus esforços de calar os adversários. Isso não quer dizer, por outro lado, que a nossa democracia aceite qualquer desaforo. E o maior de todos eles, reitero, tem sido a incapacidade dos setores não petistas de articular uma alternativa de poder.

Concluindo
Volto ao ponto. Os nossos bolivarianos ainda não conseguiram implementar a sua ditadura. Então vão se divertindo com a ditadura alheia. O único aspecto positivo nisso tudo é que esse modelo criado pelos especuladores contra a democracia — seja o mais violento, chavista, seja este nosso, mais light — depende de líderes carismáticos para se sustentar. Todos morremos: os bons e os maus; os democratas e os autoritários; os tolos e os sábios. O modelo que tiranos e candidatos a tanto deixam como herança não se sustenta sem o seu comando. Os herdeiros necessariamente se dividem e brigam pelo espólio. É o que já se vê na Venezuela. Só se optou pelo autogolpe porque os cleptocratas do bolivarianismo ainda não se entenderam sobre quem fica com o quê. A democracia resta como esperança no fundo da caixa.

O triste inverno chavista vai passar.

Por Reinaldo Azevedo

Fonte:http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo

SE NÃO CHOVER...DANÇA LOBÃO!


Lobão aposta nos efeitos positivos da Dança da Chuva e faz parceria com São Pedro



Por Gabriel Castro e Ana Clara Costa, na VEJA.com:

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, voltou a afirmar nesta quarta-feira que não há risco de desabastecimento de energia no país, mas reconheceu o atraso em obras de usinas e confirmou que a estabilização do cenário depende agora das chuvas.

Em entrevista coletiva concedida após reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), Lobão afirmou que atrasos nos investimentos não comprometem a segurança energética do Brasil. Ele garantiu que o país não corre risco de racionamento. Arriscou-se ainda a fazer previsões ao afirmar que, diante das chuvas que vêm caindo, os níveis dos reservatórios subirão o suficiente. “Nossos reservatórios estão com dificuldades, mas a tendência é melhorar daqui para frente”.

Lobão deixou transparecer que, na prática, o governo agora depende apenas das chuvas. “Essa reunião não teve nada de especial. Nada diferente das anteriores. As medidas para segurança estão todas em prática. São as que sempre houve e que sempre deram certo”. Mas ele afirmou que, com a entrada em operação de novas térmicas (como as de Suape e Nova Venécia) e hidrelétricas (Jirau e Santo Antônio), o país deve passar a gerar mais 6 mil megawatts de energia até o fim de abril. Dessa forma, e com a expectativa de chuva, o sistema pode ficar menos sobrecarregado.

Atraso
Na avaliação do governo, o alívio poderia ter chegado antes. Contudo, o atraso nas obras das hidrelétricas, especialmente as do Rio Madeira, em Rondônia, prejudicou o cronograma: “Os atrasos existem, infelizmente, em todas as obras do país – e não apenas no setor elétrico”, admitiu o ministro.

Ainda que todas as termelétricas estejam funcionando a todo vapor, o ministro garantiu que não há risco de falta de combustível para que continuem a operar. Lobão também descartou a possibilidade de falta de gás para o setor industrial devido ao direcionamento do fornecimento às térmicas. “Não há a menor chance de desabastecimento da indústria. Há dois tipos de contrato com a distribuidora: um é firme e inflexível, o outro é firme flexível. Em uma hipótese ou em outra, não haverá desabastecimento”, afirmou o ministro.

Participaram da reunião, além do ministro Lobão, integrantes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), da Agência Nacional do Petróleo (ANP), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), da Câmara de Compensação de Energia Elétrica (CCEE), da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Centro de Pesquisa de Energia Elétrica (Cepel).

Preço da energia
Segundo o diretor da ONS, Hermes Chipp, se as térmicas funcionarem a todo vapor ao longo do ano inteiro, haverá um acréscimo de 2% a 3% na conta de luz. “Mas isso não vai acontecer”, garantiu o diretor, afirmando que dificilmente as térmicas funcionarão em sua totalidade ao longo de 2013. O custo atual de operação das termelétricas é de 400 milhões de reais por mês.

Hermes Chipp declarou ainda que os impactos do acionamento das termelétricas podem ser divididos para evitar que o consumidor arque com todo o custo: “O (sistema) que está vigendo passa totalmente para o consumidor. Existem alternativas que vão ser analisadas em função da expectativa”, disse ele. Apesar da possibilidade de aumento devido ao uso das térmicas, Edison Lobão afirmou que o governo manterá a redução de 20% do preço da energia prometida no ano passado.

Por Reinaldo Azevedo

Fonte:http://veja.abril.com.br/blog/reinaldoSE

OS GOLPISTAS DO MENSALÃO, TENTARAM...


Querem transformar o Brasil na Venezuela.



Chávez, talvez morto, vai continuar a presidir a Venezuela. Por que motivo? Porque lá não existe mais oposição que consiga confrontar a ditadura bolivariana. O Legislativo rasgou a Constituição e concedeu ao presidente reeleito o tempo que ele necessitar para restabelecimento, mesmo que ninguém saiba se ele está vivo ou morto, pois foi levado a outro país para tratamento. Hoje à tarde, a Suprema Corte também decidirá a favor do golpe, já que é composta majoritariamente por chavistas. E a imprensa? Amordaçada, censurada, perseguida, submetida a intervenções quase diárias para pronunciamentos oficialistas. Mas o que isso tem a ver com o Brasil?

O representante oficial do Brasil, o petista fundador Marco Aurélio Garcia, foi até Cuba participar de uma reunião sobre a Venezuela. E de lá veio com a decisão de que o mesmo Brasil que expulsou o Paraguai do Mercosul vai apoiar o golpe venezuelano. Uma vergonha que expressa o risco que corre a nossa frágil democracia. Temos aqui, ainda, uma base parlamentar que não se submete completamente ao governo petista e, agora, bolivariano e golpista. Temos aqui, ainda, um STF que surpreendeu o país no julgamento do Mensalão, a maioria indicada pelo PT, mas com alguns membros votando com independência e isenção. Fazendo Justiça com letra maiúscula. Mas os riscos persistem e são cada vez maiores. Aparelhamento do STF e censura à imprensa pela famosa Lei de Meios, tão desejada pela esquerda, despontam como as mais sérias ameaças.

Se Rosa Weber e Luiz Fux votassem como Lewandowaski e Toffoli, o Mensalão nunca teria existido. José Dirceu estaria absolvido e sairia candidato em 2014. João Paulo Cunha seria prefeito de Osasco. E por aí vai. O maior risco, hoje, é que o PT emplaque novos ministros no STF que toffolizem e lewandowskizem as decisões, aparelhando a última instância da democracia. Estes ministros são indicados pela Presidência da República, mas aprovados pelo plenário do Senado, onde há franca maioria governista. Por isto, Santa Rosa e São Luiz! Entraram para a História.

Não há como negar o papel da Imprensa na defesa do Estado de Direito no país. Mesmo com exagerado adesismo de alguns, os maiores veículos de comunicação têm convergido para a defesa dos pilares da nossa democracia. Isto ficou claro no julgamento do Mensalão. Por isso, a insistência petista em aprovar uma lei que tire a independência da mídia e que esvazie o poder dos grandes grupos, os quais são muito mais difíceis de comprar do que pequenos veículos de comunicação. A Veja, por exemplo, depende menos de 5% de publicidade estatal. A Carta Capital tem mais de 50% do seu faturamento oriundo dos cofres públicos.

Enfim, está confirmado que o desejo do PT é transformar o Brasil numa Venezuela. Isto fica claro pela vergonhosa posição brasileira diante do golpe em andamento naquele país. Dependemos de quem para impedir este avanço? Do Legislativo. É ele quem pode bloquear tanto as leis antidemocráticas quanto a nomeação de petistas de carteirinha para o STF, como é o caso de um Cardozo ou de um Adams. Mas o Legislativo acaba de aceitar o condenado Genoíno de volta e não é digno de confiança. Precisamos acordar os nossos senadores e deputados para o fato de que receberão benesses somente até o momento em que forem necessários. Depois, serão descartados. O chavismo é o sonho de consumo do governo do PT. Está aí Marco Aurélio Garcia para comprovar

Fonte:http://coturnonoturno.blogspot.com.br

AGORA CABE CADEIA...


 Cabia impeachment, mas...

 Ainda é tempo de responsabilizá-lo como chefe da
 quadrilha!
 Afinal ainda falam em reeleger esta figura ou
 alguém indicado por ele!

Sebastião Ventura P da Paixão Jr - O Estado de S.Paulo - 09/01/2013
Após muitas dúvidas e pressões de toda ordem, a colenda Suprema Corte foi modelar no julgamento da Ação Penal 470, o famigerado mensalão. Aos olhos de todos e sem rebuços, os fatos foram postos e as provas, analisadas com rigor técnico, o devido processo legal foi respeitado para todos os litigantes, vindo, ao final, o veredicto com o saber inerente das decisões colegiadas. Se a Corte acertou ou errou, os eventuais prejudicados poderão fazer uso da ampla defesa e utilizar os recursos potencialmente cabíveis com vista a reformar o que mal está.

Naturalmente, os magistrados supremos não são deuses e, como homens e mulheres que são, estão sujeitos à falibilidade humana.
Além disso, compete à crítica jurídica fazer a sua parte, apontando eventuais equívocos e realçando a higidez técnica das posições vencedoras. Enfim, o histórico processo seguirá seu trâmite normal, trazendo consigo a certeza de que o Brasil está melhor. E está melhor porque não existe democracia digna sem responsabilidade política. O Supremo, assim, cumprindo o seu dever constitucional, deu importante passo para o aprimoramento institucional brasileiro.
Apesar de julgado, o mensalão, na crueza dos seus tristes fatos, revela uma certeza preocupante: a democracia brasileira foi posta em xeque e correu o risco de ter virado pó. Não se trata de um juízo meramente subjetivo nem despido de razões substanciais. Afinal, os fatos, antes questionáveis, com o julgamento ganharam foro de indiscutibilidade. Em outras palavras, a partir da pontual e objetiva peça de acusação, a abalizada maioria da Suprema Corte reconheceu a existência de uma estrutura criminosa, arquitetada nas entranhas do poder, cujo objetivo - mediante compra ilícita e corrupta de apoio congressual - era subjugar o Legislativo aos desideratos imperiais de determinado grupelho político. Se vingasse o plano delituoso, as eleições presidenciais virariam um jogo de cartas marcadas em favor de tiranos fantasiados de democratas populares. Passou perto. Com a graça dos céus, foi-se. Agora, será que pode voltar? A pergunta, por inquietante e imprevisível, merece profunda reflexão.
Pois bem, nos límpidos termos da Lei Fundamental da República, o mensalão foi um caso acadêmico de impeachment. Objetivamente, além de um atentado contra a própria Constituição federal, a conduta criminosa violou o livre exercício do Poder Legislativo, agrediu o desempenho soberano dos direitos políticos e violentou explicitamente a probidade na administração pública, ou seja, o mensalão está capitulado no artigo 85, caput, incisos II, III e V da Carta de 88. Por assim o ser, nos termos do artigo 86 da Lei Constitucional, o processo deveria ter sido instaurado perante a Câmara e, uma vez admitida a acusação pelo quórum especial de dois terços, o feito teria de ter sido encaminhado ao Senado para o consequente julgamento dos possíveis crimes de responsabilidade. Por motivos ignorados, a regra constitucional não teve o prestígio merecido.
Acontece que o impeachment é um processo anacrônico, lerdo e solene, contrário à dinâmica dos fatos políticos e à própria velocidade natural dos acontecimentos. Logo, o trâmite processual, em vez de paz social, pode causar traumatismos ainda maiores, sendo cogente, portanto, uma conjunção especial de fatores a legitimar o início do procedimento de responsabilização pública. Aqui, aliás, estamos diante de uma das principais deficiências do sistema presidencial: o vagaroso processo de responsabilização do governo. Aquilo que, no sistema parlamentar, é resolvido em questão de horas com a moção de desconfiança e queda do Gabinete constituído, no presidencialismo gera um processo político moroso que, em certas circunstâncias, pode levar o país a um perigoso brete institucional. É certo que no caso Collor - ainda no amanhecer da democracia brasileira e no fulgor do desejo de livre e direta participação política - condições especialíssimas se verificaram a autorizar um canônico desenrolar processual. Todavia, na generalidade das hipóteses de infração político-administrativa do presidente da República, serve a nobre advertência de Raul Pilla de que o processo por crime de responsabilidade é "um canhão de museu, que existe para ser visto, e não para ser utilizado".
Embora fosse um exército de um homem só pela ideal parlamentarista, o catecismo de Pilla encontrou eco e voz em outra proeminência inigualável da vida política e jurídica brasileira. Com a agudeza encantadora dos espíritos superiores, Paulo Brossard, em conhecida e insuperável monografia sobre o tema do impeachment, escreveu como se enxergasse o futuro: "Suponha-se um presidente desabusado, violento, agressivo, inescrupuloso, corruptor, que recorra aos imensos poderes e recursos sobre os quais o governo tem mão, e com eles desencadeie luta contra o Congresso". E concluiu com a precisão habitual: "Antes que o processo chegasse em meio, teria ele levado o país à desordem, à violência, à convulsão, ao caos, ao pânico". A análise do eminente jurista gaúcho é absolutamente irretocável, expondo com nitidez e clareza uma das mais graves deficiências do sistema presidencial: o processo de responsabilização do governante é um convite à irresponsabilidade política. E democracia sem responsabilidade é como um casamento sem amor: enquanto os interesses coincidirem, vive-se uma infindável felicidade de aparências. Depois, as máscaras caem e, aí, salve-se quem puder.
Apesar de todos os usos e abusos do mensalão, a democracia brasileira sobrevive e, a partir do firme e seguro desempenho do Supremo Tribunal, sai do episódio com força para não mais tolerar a impunidade reinante. Mas é bom que fique registrado que não se deve brincar com certos perigos políticos, pois o arbítrio é um convidado indigesto que não pede para entrar e faz de tudo para ficar. Agrava a situação este presidencialismo de partidos tíbios que enfraquece o papel político do Parlamento e faz pensar que o ocupante do Palácio do Planalto é rei.
Enfim, cabia impeachment, mas ele não viu e não sabia de nada. Aliás, será que um dia ele falará o que sabe e bem viu? Ou será que a língua o gato comeu?

Fonte: www.averdadesufocada.com

MIREM-SE NOS GOLPISTAS DO MENSALÃO!


Com o apoio desavergonhado do Brasil, chavistas dão um autogolpe e, na prática, prorrogam mandato do “comandante presidente”


O chavismo consolida o autogolpe e decide adiar a posse de Hugo Chávez. Seu atual mandato, segundo a Constituição da Venezuela, expira na quinta-feira. Leiam trecho de texto publicado na VEJA.com. Volto em seguida.

*
O chavismo confirmou nesta terça-feira que Hugo Chávez não estará na Venezuela na próxima quinta-feira para assumir seu quarto mandato consecutivo. O anúncio foi feito pelo chefe da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, ao ler um comunicado do vice-presidente, Nicolás Maduro, com a informação. O texto também pede que a posse seja adiada.

“O comandante presidente pediu para informar que, de acordo com as recomendações da equipe médica que vela pelo restabelecimento de sua saúde, o processo de recuperação pós-cirúrgica deverá estender-se além do dia 10 de janeiro do ano em curso, motivo pelo qual não poderá comparecer nesta data ante a Assembleia Nacional”, diz o comunicado.

Na sequência, o texto pede que a posse seja adiada, como os chavistas vinham defendendo. Segundo o comunicado, a ausência ocorre por motivo imprevisto “pelo qual se invoca o artigo 231 da Constituição com o objetivo de formalizar em data posterior o juramento correspondente ante o Supremo Tribunal de Justiça”. O Legislativo, de maioria chavista, deverá acatar a posição do governo.
(…)
Para reforçar a posição do governo, o comunicado lido para os parlamentares também faz um agradecimento ao Legislativo por ter concedido “a autorização constitucional” no dia 9 de dezembro para que Chávez se ausentasse do país e viajasse a Cuba, onde foi submetido à quarta cirurgia para combater um câncer.

O artigo 231 da Constituição estabelece que “O candidato eleito ou candidata eleita tomará posse do cargo de presidente da república no dia 10 de janeiro do primeiro ano de seu período constitucional, mediante juramento ante a Assembleia Nacional. Se, por qualquer motivo imprevisto o presidente não puder tomar posse ante a Assembleia Nacional, o fará ante o Supremo Tribunal de Justiça”.

O chavismo defende que o texto constitucional não estabelece data para a posse que não puder ser realizada no dia inicialmente previsto. Há uma interpretação de que o juramento diante do tribunal permitiria a Chávez tomar posse mesmo na embaixada da Venezuela em Havana, na presença de juízes. Vale lembrar que a Corte também é alinhada com o chavismo.
(…)

Voltei
Na prática, os chavistas prorrogaram o mandato de Hugo Chávez sem que haja, para tanto, prescrição constitucional. A interpretação que os chavistas deram ao Artigo 231 é escandalosa — e olhem que se trata de um texto redigido pelo próprio chavismo. Ele estabelece que o Supremo Tribunal de Justiça pode dar posse ao presidente caso a Assembleia não o faça. O eleito, no entanto, tem de estar presente ao Parlamento ou, havendo algum impedimento, à Justiça.

Muito se especulou, também no Brasil, sobre a eventual aplicação do Artigo 234, que permite conceder uma licença de até 180 dias ao presidente em razão de um impedimento temporário. Não poderia ser evocado por uma razão óbvia: sem a possa conferida pela Assembleia ou pela Justiça, não se tem novo presidente — e o antigo verá seu mandato expirar no dia 10. Caso se concedesse hoje uma licença a Chávez, ela duraria um dia e meio…

A resposta ao problema está no Artigo 233, que determina a realização de novas eleições gerais dentro de 30 dias caso o eleito esteja impedido de tomar posse. É o caso.

Brasil
O Brasil chancela a vergonha. O governo Lula, em companhia de Chávez, tentou promover uma guerra civil em Honduras, que depôs o malucaço Manuel Zelaya seguindo os termos da Constituição. O governo Dilma puniu o Paraguai, que aprovou o impeachment de Fernando Lugo também em consonância com a lei. O país foi suspenso do Mercosul, e a Venezuela foi admitida como membro do bloco. Em suma: a nossa governanta deu um pé no traseiro de uma democracia e abrigou uma ditadura, que se mostra incapaz de seguir as leis que ela própria instituiu.

Eis a essência do petismo, dos petistas e das esquerdas — mesmo essa esquerda mercadista e negocista que aí está: antes como agora, esses caras não têm compromisso nenhum com a democracia. Eles são contra a ditadura, sim — mas só contra a ditadura do adversário. Se é para combatê-la, eles criam uma Comissão da Verdade nem que seja 20 anos depois de sua extinção. Podem, assim, mentir à vontade sobre o passado, o presente e, acreditem!, até sobre o futuro.

Por Reinaldo Azevedo

Fonte:http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

Respeito e Preconceito


 www.alertatotal.net
Por Arlindo Montenegro

Quando leio ou ouço que os  judeus “são o povo escolhido de Deus”, sinto comiseração dos não judeus, tratados pelos sionistas como “goyins”. Isto é, discriminados. Reduzindo tudo à expressão mais simples, é difícil conceber que a deidade suprema, que a mente de todos os povos imagina, (salvo os ateus), com vários nomes, atribuindo-lhe diversas feições de animais racionais e irracionais, seria capaz de desprezar a maioria e eleger um grupo minoritário como “escolhido”... Escolhido para quê?

Aproximadamente cinco sextas partes (Antigo Testamento) da Biblia, manual da doutrina cristã, adota os textos fundamentais do judaísmo. O texto atual foi traduzido, interpretado e reescrito diversas vezes depois que o Mestre (judeu) Jesus foi condenado e crucificado com a anuência dos mesmos sacerdotes do judaísmo.  Aqueles religiosos que compartiam o poder com o Império Romano, temiam, talvez, a força do amor e do perdão presentes no ensinamento do compatriota que condenaram.

São passados mais de dois milênios. A força do cristianismo mobilizou uma civilização espalhando-se pela terra. O conteúdo doutrinário, a ética e a moral contida na história dos hebreus, permeia a fé cristã, tanto quanto a fé judaica, que desconhece os ensinamentos cristãos contidos no Novo Testamento. Somente há menos de um século, o povo judeu que também se espalhou sobre o planeta, conservando seus símbolos, ritos e idioma, suas tradições culturais, teve a oportunidade de ser acolhido numa faixa de terra para reunir-se como nação em território próprio.

Para construir suas cidades e fazer florescer o deserto, o novo Estado de Israel recebeu os gordos “dízimos” de todos os compatriotas ricos ou pobres, estabelecidos em todos os continentes, ocupando postos de destaque nas mais sólidas instituições, na indústria, no comércio, no governo, nas escolas, na mídia. É um povo internacionalista por excelência, influente por excelência. Mas seu ponto de referência é Israel, que rapidamente se tornou uma potência militar, aliada aos EUA.

Logo o governo de Israel decidiu por uma expansão territorial. E a ONU mandou “tropas de paz”, os boinas azuis, recrutando militares da ativa de vários países, do Brasil inclusive, para guarnecer a “Faixa de Gaza”, garantindo novas fronteiras e transformando os agredidos em agressores. Não obstante os encontros de cúpula, não obstante o formidável arsenal e eficácia da inteligência e das forças armadas de Israel, as agressões entre os beligerantes parece não ter fim.

Com exceção das perseguições, torturas e morte de milhões, que sofreram durante a ocupação da Europa pelas tropas nazistas, estiveram presentes e foram bem recebidos em todas as latitudes. Inclusive e especialmente na Russia Soviética, onde participaram do governo desde o primeiro momento. Foi o mesmo Exército Vermelho quem treinou tropas de Hitler por ordem de Stalin.  O “exército do povo”, que foi organizado por Trotsky, o judeu que seria sucessor de Lenin, motivo porque Stalin o expatriou, perseguiu pelo mundo e mandou matar no México.

O estado soviético contava no seu começo com 17 judeus entre os 22 Comissários do Povo da equipe de Lenin. “A Questão Judia” publicada em Paris, em 1931, divulgou a presença de 33 judeus entre os 43 Comissários de Guerra; nas Finanças eram 24 dos 30 Comissários; na Justiça, 20 dos 21; eram 7 entre os 8 Comissários do Trabalho; na Assistência Social, 100%; na Educação também estavam em maioria, mais de 79%; no jornalismo, 100 %.

Entre os internacionalistas do comando globalitário atual a presença judaica é  bem conhecida. Foi o mesmo Rothschild, que tem nome de rua em Telaviv, quem organizou o sistema financeiro que submete todas as nações, além de financiar ambos os lados das guerras napoleônicas, I e II guerras mundiais e outras menores, submetendo como devedores dos bancos, príncipes e nações. Parece até que há um grupo cumprindo à risca toda a orientação descrita nos “Protocolos dos sábios de Sião”, cuja autoria negam de pés juntos.

Como em todas as culturas, como em todas as religiões, como entre os nacionais de cada canto do planeta, existem representantes e seguidores da cultura doutrinária coletivista do globalismo, controlando as finanças e influindo nas decisões de governo e instituições. Judeus existem constituindo famílias com “goyins”. Judeus existem que preservam valores das nações onde nasceram. Brasileiros existem que veneram e defendem Cuba, a Venezuela, a Russia, a China e desprezam os valores e a cultura tradicional da pátria.

Tudo que foi grafado acima é menos importante se se entende que as pessoas de qualquer origem, cor ou credo, merecem  respeito; que os construtores da riqueza, em todos os quadrantes são obrigadas a mandar seus filhos para escolas que os treinam para desenvolver preconceitos, ódios, racismos e finalmente para mandá-los matar e morrer, iludidos com pseudo ideais, com fanatismos, presas da mais infame manipulação exercida pelo núcleo tradicional do poder coletivista global.

Queiramos ou não, apaches ou tupiniquins, judeus ou zulus, americanos, africanos, asiáticos, nascidos em cavernas ou metrópoles, brancos, pretos, amarelos ou vermelhos, somos semelhantes, habitantes do mesmo planeta em forma transitória, não importam os patronímicos. A vida é um bem comum e temos o dever primeiro de cuidar e protegê-la.

Fonte: www.alertatotal.net

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A BASE DA CRISE É MORAL...


A crise é moral

Rodrigo Constantino, O GLOBO

            O Japão está em crise há décadas. A Europa está em grave crise. Os Estados Unidos cada vez se parecem mais com a Europa. Não seria exagero falar em uma grande crise das democracias modernas. O que pode explicar tal fenômeno?
            A esquerda vai apontar para os bodes expiatórios de sempre: o capitalismo, o liberalismo, o individualismo. E a esquerda vai errar o alvo, como sempre. Foi o capitalismo liberal com foco no indivíduo que tirou milhões da miséria e permitiu uma vida mais confortável a essa multidão. Quem está mais longe desse sistema, está em situação muito pior.
            O que explica as crises atuais então? Claro que um fenômeno complexo tem mais de uma causa. Mas eu arriscaria uma resposta por meio de um antigo provérbio conhecido: avô rico, filho nobre, neto pobre. Isso quer dizer, basicamente, que o próprio sucesso planta as sementes do fracasso, só que de outra geração.
            Somos os herdeiros de uma geração mimada, que colheu os frutos do árduo trabalho de seus pais, acostumados com vidas mais duras, com guerras, com diversas restrições. Essa geração, principalmente na década de 1960 e 70, pensou que bastava demandar, e todos os seus desejos seriam atendidos, sabe-se lá por quem.
            Acostumados com o conforto ocidental, essas pessoas passaram a crer que a opulência era o estado natural da humanidade, e não a miséria. Em vez de pesquisar as causas da riqueza das nações, como fez Adam Smith, eles acharam que bastava distribuir direitos e jogar a conta para o governo.
            O Estado se tornou, nas palavras de Bastiat, “a grande ficção pela qual todos tentam viver à custa de todos”. O conceito de escassez foi ignorado, e muitos passaram a acreditar na ilusão de que basta um decreto estatal para se obter crescimento e progresso. Vários olharam para esse deus da modernidade em busca de milagres.
            Foi assim que a impressão de moeda por bancos centrais passou a ser confundida com criação de riqueza. Ou que gastos públicos passaram a ser sinônimo de estímulo ao PIB, colocando o termo “austeridade” na lista dos inimigos mortais. O crédito sem lastro para consumo passou a ser visto como altamente desejável, e a poupança individual como algo prejudicial ao crescimento econômico.          
            Toda uma geração acreditou que era possível ter e comer o bolo ao mesmo tempo, esquecendo o alerta de Milton Friedman, de que não existe almoço grátis. Esmolas estatais foram distribuídas a vários grupos organizados, privilégios foram criados para várias “minorias” e o endividamento público explodiu.
O Estado de bem-estar social criou uma bomba relógio, mas ninguém quer pagar a fatura. Acredita-se que é possível jogá-la indefinidamente para frente. Os banqueiros centrais vão criar mais moeda ainda, os governos vão gastar mais e assumir novas dívidas, as famílias vão manter o patamar de consumo e tomar mais crédito, e todos serão felizes. E ai de quem alertar que isso não é possível: será um ultraconservador reacionário e radical.
A postura infantil se alastrou para outras áreas além da econômica. Os adultos agem como adolescentes e delegam ao governo a função de cuidar de seus filhos e de si próprios. O paternalismo estatal assume que indivíduos não são responsáveis, mas sim mentecaptos indefesos que necessitam de tutela.
Intelectuais de esquerda conseguiram convencer inúmeras pessoas de que elas não são responsáveis por suas vidas, e sim marionetes sob o controle de forças maiores e determinísticas. Roubou alguém? É vítima da sociedade desigual. É vagabundo? Culpa do sistema. Matou uma pessoa? A arma é a culpada, e a solução é desarmar os inocentes.
Notem que o mundo atual exime de responsabilidade o indivíduo de quase todas as atrocidades por ele cometidas. Sob a ditadura velada do politicamente correto, ninguém mais pode dar nome aos bois e colocar os pingos nos is. Os eufemismos são a regra, e a linguagem perdeu seu sentido. O criminoso vagabundo é a vítima, e sua vítima é o verdadeiro culpado: quem mandou ter mais bens?
Portanto, engana-se quem pensa que para sair dessa crise precisamos de mais do mesmo: mais crédito, mais dívida pública, mais gastos de governo, mais impostos sobre os ricos e mais impressão de moeda. Não! A receita proposta por Obama e companhia é o caminho da desgraça. Ela representa estender artificialmente a “dolce vita” dos filhos nobres (e mimados), como se o dia do pagamento nunca fosse chegar. Ele chega, inexoravelmente.
Os netos pobres seremos nós, ou nossos filhos, se essa trajetória não mudar logo. A crise não é apenas econômica; ela é moral.

Fonte:http://rodrigoconstantino.blogspot.com.br/

O Petróleo é nosso?



 – www.alertatotal.net
Por Arlindo Montenegro

Na qualidade de cético e pessimista diante da moleza dos governantes para utilizar os conhecimentos e substituir mais rapidamente a matriz de energia, - solar, eólica, hidráulica e outras testadas e engavetadas, - passam pela cabeça as imagens de aborígenes tentando impedir a construção da Usina de Belo Monte. Gente nascida nesta nação, mobilizada por Ongs e outros agentes estrangeiros, financiadas pelos Rockfeller, Rothschild, Morgan, Harriman e outras famílias que há muito perseguem o controle total do planeta.

Getúlio Vargas contratou uma autoridade técnica norte americana, para analisar o petróleo que aflorava no recôncavo baiano. Naquele tempo dependíamos da importação de gasolina, importada do líder de produção mundial, os EUA. O outro grande produtor era a Rússia Soviética. O “mister” que entendia do risco do bordado, mandou selar os poços baianos com cimento e declarou: “Não há petróleo”. Pegou o pagamento pelo consultoria e partiu.

Meses depois o óleo jorrou espontaneamente, com tal força que o Presidente viajou até a Bahia e a foto apareceu nos jornais, a mão melada de óleo negro, o sorriso e a manchete: “O petróleo é nosso!” Foi criada a Petrobrás, uma empresa estatal que em pouco mais de meio século tornou-se gigante. Nos anos 1980/90, sucessivas crises econômicas geradas sob a batuta do FMI, começaram a assolar os países “em desenvolvimento”. Os controladores, insaciáveis, ampliavam seu espaço de poder.

Uma das razões mantidas na moita é que os poços dos EUA já eram insuficientes para assegurar o alto consumo daquele país. A matriz energética ficou intocada. Nenhum governante norte americano indicou a necessidade de economizar gasolina. Melhor ir à guerra e assegurar o controle dos territórios no Oriente Médio, onde estavam as maiores reservas do óleo que garantia a sustentação da matriz energética.

A Europa totalmente dependente das exportações mobilizou a OTAN. E a comunidade mundial foi informada que mais uma vez se defendiam os ideais democráticos, contra “seitas e governos carniceiros”. Previa-se um grande abalo na estabilidade do nível de vida daqueles países do hemisfério norte, altamente industrializados e dependentes do óleo negro, tanto quanto de minerais estratégicos obtidos no “terceiro mundo”, dos “subdesenvolvidos” mentais.

Todos eles, como as nações de pobres que não controlavam mais suas riquezas no hemisfério sul, eram devedores dos bancos e credores dos empréstimos feitos aos países ditos “em desenvolvimento”, ou “terceiro mundo”. Para manter a posição mobilizavam as guerras no Oriente Médio, onde estavam as maiores reservas do óleo que garantia a sustentação da matriz energética. E mobilizavam a guerra silenciosa para submeter mentalmente outros países.

Uma das medidas estratégicas era influir para instalar governantes obedientes, que aderissem à globalização em todo o planeta, que  transformassem as instituições em feudos partidários e abrissem todas as portas para a tal concorrência, acabando de vez com as ideias nacionalistas que poderiam derivar para governos fortes em defesa do petróleo, do território, da biodiversidade, dos minerais estratégicos, dos controles sobre a produção e comércio, peitando a invasão estrangeira.

Era urgente avançar com a invasão cultural, jogar os valores tradicionais no lixo. Isto lembra os socialistas fabianos? Isto lembra Gramsci? Isto lembra a doutrina das Internacionais Comunistas? Isto lembra a ação do Foro de São Paulo calada pela nossa imprensa? Isto lembra a escalada das drogas e da violência? Para quem ainda conserva os olhos e ouvidos bem abertos, todas estas associações correspondem às orientações globalitárias, isto é do coletivismo internacionalista que orienta a ação do governo do PT do Foro de São Paulo, tudo associado ao crime organizado globalista.

O petróleo - que poderia vir a ser moeda de troca se tivéssemos avançado na substituição da matriz energética, se a Petrobrás continuasse sob o controle de brasileiros, se as decisões de Estado pudessem ser de fato orientadas por políticas nacionais, em benefício dos nacionais, deixou de ser nossa há muito tempo!

O território com sua biodiversidade e jazidas de minerais estratégicos está cercado e sob controle de políticas externas. Os conservadores e nacionalistas, avis rara (se é que ainda existem), estão amordaçados e incapazes de organização, impedidos de falar na escolas, na mídia... Mas que bom! Ligue a televisão, ouça o rádio, veja os filmes, atente para a propaganda oficial. Vivemos no melhor dos mundos!

Fonte – www.alertatotal.net:

Arlindo Montenegro é Apicultor.

A CASA DE NEGÓCIOS...


O Senado, de mal a pior


ESCRITO POR PERCIVAL PUGGINA   - EDUCAÇÃO

Cinco anos atrás, leitores amigos, imaginar Renan Calheiros voltando a presidir o Senado com o voto de seus colegas seria algo impensável.


Costumo falar com meus botões. Eles estão sempre disponíveis e são muito bons ouvintes. Sobretudo os de quatro furos. Os de dois furos são mais desatentos e só resolvem dar sinais de sua existência quando estão pendurados por um fio. Pois bem, quando soube que Renan Calheiros aprumava-se para disputar a presidência do Senado Federal, com amplo apoio da base governista, eu falei aos meus botões: "Este país não tem mais jeito. Entramos em downgrade moral".

Talvez o leitor destas linhas não lembre quem é Renan Calheiros, mas os membros da Casa conhecem sua biografia. Renan foi o escândalo nacional de 2007 a partir de uma denúncia da revista Veja, em maio daquele ano. Renan tivera uma filha com a jornalista Mônica Veloso e uma empreiteira pagava a ela vultosa pensão mensal. A partir daí, iniciou-se o que ficou conhecido como Renangate. Durante meses, sucederam-se apurações e investigações envolvendo os negócios do então presidente do Senado Federal. As denúncias incluíam o uso de "laranjas" para dissimular a compra de veículos de comunicação em Alagoas, a venda fictícia de quase duas mil cabeças de gado para empresas frias, com notas fiscais geladas, num período em que Alagoas estava com as fronteiras fechadas para o transporte de gado em virtude de um surto de aftosa, e por aí afora. De maio a setembro de 2007, Renan foi o assunto preferido das manchetes. A 12 de setembro, em sessão secreta, o Senado votou proposta para a decretar a perda de seu mandato. Todos os senadores compareceram à sessão. Renan safou-se por uma diferença de seis votos.

Seu inferno astral, contudo, prosseguiu. À medida que avançavam as investigações da imprensa e se desnudavam as artimanhas usadas para justificar o injustificável, aumentou a pressão da opinião pública. Quanto mais Renan explicava, mais se enrolava. Sua permanência no comando da mesa dos trabalhos constrangia e afrontava o decoro de todos os membros do poder (alguns, ao menos, diziam isso). Por fim, ele se licenciou da presidência por 45 dias e, logo após, renunciou ao posto, mantendo o mandato. Cinco anos atrás, leitores amigos, imaginar Renan Calheiros voltando a presidir o Senado com o voto de seus colegas seria algo impensável. E se eventualmente fosse pensado, como produto de algum delírio, seria uma ideia impronunciável.

Em 2010, com esse destacado currículo, Renan conservou a cadeira, sendo reeleito como representante de Alagoas, perfilando-se na base do governo ao lado do intrépido Fernando Collor (nascido no Rio de Janeiro, mas senador por Alagoas). A ousadia da máfia que maneja os cordéis da República não encontra limites. Não se trata, aqui, de saber se, quando, nem como, as muitas e consistentes denúncias que envolviam a figura do senador acabaram num picador de papéis em diferentes órgãos de investigação e controle do país. Trata-se de entender que só pode haver um motivo para essa absolvição pelo silêncio, sob o manto protetor do tempo. E esse motivo é o mesmo que agora pretende guindá-lo ao posto mais alto da nossa Câmara Alta: comprometimento com um tenebroso projeto de poder que cravou as unhas no lombo de uma nação que aceita ser jumento de carga dos bandoleiros da política que nela se instalaram.

Fonte:http://www.midiasemmascara.org

PRODUÇÃO FANTASMA...


Hemobrás de Goiana: estatal elefante-branco?


Uma informação inquietante sobre a fábrica da Hemobrás de Goiana vem na coluna de Ricardo Boechat, que requer esclarecimentos das autoridades ligadas ao setor em Pernambuco, já que se trata de um empreendimento que foi muito badalado antes e após a inauguração. Eis a nota na integra:

''O ano de 2012 acabou e nada de a Hemobrás produzir hemoderivados. Criada há sete anos, até aqui nem uma gota. A fábrica em Goiana, Pernambuco, virou um gigantesco frigorífico, que armazena plasma do País, envia à França para ser processado pela indústria LFB, que o vende depois ao Ministério da Saúde. Aliás, como a maioria do plasma brasileiro é coletado nas regiões Sul e Sudeste, ninguém sabe de quem foi a ideia de plantar a estatal elefante-branco em Pernambuco.''

Cabe aí a resposta a quem de direito no setor.

A Hemobrás de Goiana, à época da construção foi apresentada como a maior fábrica de hemoderivados da América Latina, numa área de 48 mil metros quadrados no município de Goiana, Zona da Mata Norte de Pernambuco, a 63 quilômetros do Recife. Foi feita para constituir uma das âncoras do Polo Farmacoquímico de Pernambuco, cuja área de 345 hectares pode abrigar 36 indústrias.

Segundo informações oficiais, a planta industrial terá capacidade para processar, anualmente, 500 mil litros de plasma, matéria-prima dos hemoderivados. A fábrica, segundo o informe, deve iniciar sua produção em 2014, elaborando os seguintes medicamentos: albumina, utilizada em pacientes queimados ou com cirrose e em cirurgias de grande porte; imunoglobulina, que funciona como anticorpo para pessoas com organismo sem defesa imunológica; fatores de coagulação VIII e IX, complexo protrombínico e fator de von Willebrand, destinado a pessoas com hemofilia.


Fonte:http://www.blogdomagno.com.br/

MANTER O ARDIL DO DESCONTO


Desconto de 20% nas contas de luz está garantido, diz governo



Segundo Márcio Zimmermann, do Ministério de Minas e Energia, gasto com as térmicas é conjuntural; a redução de 20% na tarifa é estrutural e será mantida






Eduardo Rodrigues, da Agência Estado
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Ministro admite que consumidor pagará por uso de térmicas
País acumula riscos macro e microeconômicos, que podem se refletir nas eleições de 2014
BRASÍLIA - Apesar de o próprio governo já admitir que o custo do uso acentuado das usinas térmicas será repassado aos consumidores, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse há pouco que o gasto com essas usinas não compromete o desconto de 20% nas contas de luz, a partir deste ano. "A redução de 20% é estrutural, enquanto o gasto com as térmicas é conjuntural. Não podemos misturar uma coisa com a outra", afirmou.

Ontem em entrevista à TV Globo, o ministro Edison Lobão disse que o impacto do uso em grande escala das térmicas seria de cerca R$ 400 milhões por mês, ou menos de 1% de impacto para os consumidores. Mas analistas de mercado projetam impactos maiores.

Zimmermann disse ainda que o País não corre o risco de passar por um novo período de racionamento de energia. Segundo ele, apesar dos reservatórios estarem em níveis baixos, o sistema hidrotérmico brasileiro está equilibrado. "Em 2001 o problema era a falta de usinas, e hoje não temos esse problema. As usinas térmicas entram nos leilões de energia para serem usadas quando houver necessidade. Essa é uma característica do nosso sistema", disse.


Fonte:http://economia.estadao.com.br