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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

RESSUSCITAR UM REGIME MORTO !

Símbolo do declínio cubano, porto revive com investimento brasileiro






Atualizado em  31 de janeiro, 2012 - 06:37 (Brasília) 08:37 GMT
Porto de Mariel Foto: Odebrecht
Objetivo de obras é transformar porto em um dos maiores da América Latina
Uma parceria entre Brasil e Cuba pretende transformar o Porto de Mariel, a 40 km de Havana, em um dos maiores da América Latina.
A presidente Dilma Rousseff visita nesta terça-feira o local, que deve se tornar o principal símbolo do recente processo de abertura econômica da ilha.
Serão investidos, em quatro anos, US$ 957 milhões, dos quais US$ 682 milhões (71%) financiados pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). Trata-se da maior obra em Cuba desde que, em 1959, Fidel Castro liderou a Revolução que o levou ao poder e instaurou o socialismo no país.
Três décadas atrás, o Porto de Mariel foi o local de partida de cerca de 125 mil cubanos que deixaram a ilha caribenha rumo aos Estados Unidos em 1980 atrás de melhores condições de vida e acabou tornando-se um símbolo da derrocada da economia cubana.
O êxodo precedeu o declínio do então maior parceiro econômico de Cuba, a União Soviética, e teve o dedo do presidente Fidel Castro, que, diante de uma onda de invasões da embaixada peruana por cubanos desejosos de emigrar, declarou que todos que quisessem abandonar a pátria poderiam fazê-lo.
A migração em massa dos "marielitos", como ficaram conhecidos, prejudicou as ambições de reeleição do então presidente americano Jimmy Carter quando se descobriu que parte do grupo era integrada por presos e doentes mentais cubanos.

'Zona Especial de Desenvolvimento'

A viagem de Dilma a Cuba ocorre uma semana após a liberação da última parcela do empréstimo à obra, executada pela empresa brasileira Odebrecht, iniciada em 2010 e prevista para terminar em 2014.
Em visita ao porto em setembro, o presidente Raúl Castro, que sucedeu o irmão Fidel em 2008, afirmou: "Esta obra tem uma importância econômica extraordinária, não só para o desenvolvimento presente do país, mas também para o futuro".
O empreendimento inclui uma "zona especial de desenvolvimento" de 400 quilômetros quadrados, que abrigará indústrias voltadas à exportação e ao mercado cubano.
Segundo diplomatas brasileiros, além de ajudar Cuba em sua missão de "atualizar" o socialismo e diversificar suas fontes de receitas, a ampliação do porto abrirá oportunidades de negócios para empresas brasileiras interessadas em se instalar ou expandir as operações na América Central.
E caso os Estados Unidos suspendam seu embargo econômico à ilha, as empresas instaladas no porto terão acesso privilegiado ao maior mercado global, uma vez que Mariel está a apenas 160 km do Estado americano da Flórida.

Fábrica de vidro

"Esta obra tem uma importância econômica extraordinária, não só para o desenvolvimento presente do país, mas também para o futuro."
Raúl Castro, Presidente de Cuba
Por ora, uma companhia brasileira – a fabricante de vidro Fanavid – já se prepara para abrir uma unidade no local, em associação com o governo cubano. Cerca de 80% da produção da fábrica deverá se destinar à exportação.
As obras em Mariel incluem ainda ações para facilitar o acesso de produtos ao porto, como a reforma de mais de 30 km de estradas e a construção de 18 km de rodovias, 63 km de estrutura para ferrovias e quase 13 km de vias ferroviárias.
Com a dragagem do porto, que permitirá seu uso por navios de grande calado, ele poderá movimentar 1 milhão de contêineres por ano. Comparado com portos brasileiros, Mariel só terá capacidade inferior ao de Santos, que em 2011 movimentou 2,7 milhões de contêineres.
Também serão construídos 700 metros de cais para o terminal de contêineres, um centro de carga, pátios, redes de abastecimento de água e tratamento de resíduos, além de toda infraestrutura para o fornecimento de energia elétrica.
Atualmente 2,7 mil trabalhadores atuam nas obras; após a conclusão do porto, espera-se que ele gere 3 mil empregos diretos e 5 mil indiretos.

Notoriedade histórica

Com a reabertura de Mariel, o porto deve recuperar a notoriedade que experimentou há décadas, mesmo antes do êxodo dos "marielitos" rumo à Flórida, em 1980.
Em 1962, auge da Guerra Fria e no caso que ficou conhecido como a Crise dos Mísseis de Cuba, aviões americanos fotografaram sete barcos lança-mísseis Komar, de fabricação soviética, ancorados no porto.
A descoberta gerou temores nos Estados Unidos de que os soviéticos estivessem se preparando para um ataque nuclear às terras americanas, suspeita reforçada após a divulgação de imagens que mostravam cerca de 40 silos para abrigar armas atômicas em Cuba.
Em discurso, o presidente americano John F. Kennedy ameaçou atacar Cuba caso o país se tornasse uma base militar soviética. Uma semana depois, o Senado americano aprovou o uso da força para garantir a segurança dos Estados Unidos diante da ameaça das instalações russas.
Já Nikita Kruschev, à época o primeiro-ministro soviético, disse que os mísseis visavam apenas defender Cuba de eventuais invasões. A precaução se justificava por acontecimento do ano anterior, quando cubanos residentes na Flórida patrocinados pelos Estados Unidos fracassaram após tentar invadir Cuba pela baía dos Porcos. Os temores de que a Crise dos Mísseis poderia desencadear uma guerra nuclear, porém, jamais se concretizaram.

SEU VOTO MANIPULADO !!

 Procurador dos EUA diz que fabricante das urnas eletrônicas brasileiras tem ‘padrão mundial de conduta criminosa’
Por ocasião da aplicação de multa no valor de R$112 milhões por corrupção à empresa Diebold, fabricante exclusiva das urnas eletrônicas brasileiras, Steven Dettelbach afirmou que a empresa apresenta "um padrão mundial de conduta criminosa".

O acordo de acusação inclui provisões para executivos da Diebold e funcionários para que ajudem na aplicação da lei e na ação das autoridades reguladoras, inclusive para eventualmente prestarem testemunhos perante um grande júri. O procurador federal Steven Dettelbach argumentou que as leis dos Estados Unidos são aplicáveis independentemente do país onde atuem e façam negócios as empresas do país. 



"Empresas norte-americanas que paguem propina a funcionários públicos estão violando a lei dos Estados Unidos estejam em Cleveland, Ohio, ou em qualquer país do mundo ", disse Dettelbach. Acrescentou que as multas foram criadas também para punir eventuais propinas pagas no exterior, como no caso da Diebold que está sendo punida por ter, de certa forma, "um padrão mundial de conduta criminosa". 

Ele frisou: "Os lucros das empresas não podem ser colocados acima do Estado de Direito e esta penalidade, cerca de US$ 50 milhões, serve para difundir a mensagem em alto e bom som de que tal conduta é inaceitável”, disse Dettelbach. 

Leia mais sobre este caso: EUA multam Diebold, fabricante das urnas eletrônicas brasileiras, em R$112 milhões por corrupção 

Veja também: Urna eletrônica tem falhas que permitem ataques e manipulações, afirmam especialistas 
Urna eletrônica argentina dá goleada na similar brasileira 
OAB diz que sistema de votação eletrônico precisa ser transparente

O sistema de votação com urnas eletrônicas do Brasil é seguro? 
94 municípios têm registro de supostas fraudes em urnas eletrônicas em 2012. Veja a lista 
Hacker de 19 anos revela como fraudou urnas eletrônicas e eleição 

Urnas eletrônicas: Tema repleto de acusações, fraudes, ameaças e denúncias

Lígia Ferreira
Folha Política
Com trechos de Oswaldo Maneschy / The Sun



O VERMELHO É COR DOENTIA....

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O 'perigo vermelho'

07 de janeiro de 2014 | 7h 32

Arnaldo Jabor - O Estado de S. Paulo
Retiraram o corpo de João Goulart da sepultura para examiná-lo. Coisa deprimente, os legistas examinando ossos de 40 anos atrás para saber se foi envenenado. Mas havia também algo de um ritual de ressurreição encenada. Jango voltava para a turma que está no poder e que se considera vítima de 1964 até hoje. Só pensam no passado que os ‘legitima’ com nostalgia masoquista de torturas, heranças malditas, ossadas do Araguaia, em vez de fazerem reformas no Estado paralítico e patrimonialista.
Querem continuar a ‘luta perdida’ daqueles tempos ilusórios. Eu estava lá e vi o absurdo que foi aquela tentativa de ‘revolução’ sem a mais escassa condição objetiva. Acuaram o trêmulo Jango, pois até para subversão precisavam do governo. Agora, nossos governantes continuam com as mesmas ideias de 50 anos atrás. Ou mais longe. Desde a vitória bolchevique de 1921, os termos, as ilusões são as mesmas. Aplica-se a eles a frase de Talleyrand sobre a volta dos Bourbons ao poder: "Não aprenderam nada e não esqueceram nada".
É espantosa a repetição dos erros já cometidos, sob a falácia do grande ‘teólogo’ da História, Hegel, de que as derrotas não passam de ‘contradições negativas’ que levam a novas teses. Esse pensamento justificou e justifica fracassos e massacres por um ideal racional. No PT e aliados como o PC do B há um clima de janguismo ou mesmo de ‘brizolismo’, preferência clara da Dilma.
Brizola sempre foi uma das mais virulentas e tacanhas vozes contrárias ao processo de desestatização.
Mas, além dessas mímicas brasileiras do bolchevismo, os erros que querem repetir os comunistas já praticavam na época do leninismo e stalinismo: a mesma postura, o mesmo jargão de palavras, de atitudes, de crimes justificados por mentiras ideológicas e estratégias burras. Parafraseando Marx, "um espectro ronda o Brasil: a mediocridade ideológica".
É um perigo grave que pode criar situações irreversíveis a médio prazo, levando o País a uma recessão barra-pesada em 14/15. É necessário alertar a população pensante para esse ‘perigo vermelho’ anacrônico e fácil para cooptar jovens sem cultura política. Pode jogar o Brasil numa inextrincável catástrofe econômica sem volta.
Um belo exemplo disso foi a recusa do Partido Comunista Alemão a apoiar os social-democratas nas eleições contra os nazistas, pois desde1924 Stalin já dizia que os "social-democratas eram irmãos gêmeos do fascismo".
Para eles, o ‘PSDB’ da Alemanha era mais perigoso que o nazismo. Hitler ganhou e o resto sabemos.
Esta semana li o livro clássico de William Waack Camaradas, sobre o que veio antes e depois da intentona comunista de 1935 (livro atualíssimo que devia ser reeditado), e nele fica claro que há a persistência ideológica, linguística, dogmática e paranoica no pensamento bolchevista aqui no Brasil. A visão de mundo que se entrevê na terminologia deles continua igual no linguajar e nas ações sabotadoras dos aloprados ao mensalão - o fanatismo de uma certeza. Para chegar a esse fim ideal, tudo é permitido, como disse Trotski: "A única virtude moral que temos de ter é a luta pelo comunismo". Em 4 de junho de 1918, declarou publicamente: "Devemos dar um fim, de uma vez por todas, à fábula acerca do caráter sagrado da vida humana". Deu no massacre de Kronstadt em 21.
No Brasil, a palavra "esquerda" continua o ópio dos intelectuais. Pressupõe uma "substância" que ninguém mais sabe qual é, mas que "fortalece", enobrece qualquer discurso. O termo é esquivo, encobre erros pavorosos e até justifica massacres. Temos de usar "progressistas e conservadores".
Temos de parar de pensar do Geral para o Particular, de Universais para Singularidades. As grandes soluções impossíveis amarram as possíveis. Temos de encerrar reflexões dedutivas e apostar no indutivo. O discurso épico tem de ser substituído por um discurso realista, possível e até pessimista. O pensamento da velha "esquerda" tem de dar lugar a uma reflexão mais testada, mais sociológica, mais cotidiana. Weber em vez de Marx, Sergio Buarque de Holanda em vez de Caio Prado, Tocqueville em vez de Gramsci.
Não tem cabimento ler Marx durante 40 anos e aplicá-lo como um emplastro salvador sobre nossa realidade patrimonialista e oligárquica.
De cara, temos de assumir o fracasso do socialismo real. Quem tem peito? Como abrir mão deste dogma de fé religiosa? A palavra "socialismo" nos amarra a um "fim" obrigatório, como se tivéssemos que pegar um ônibus até o final da linha, ignorando atalhos e caminhos novos.
A verdade tem de ser enfrentada: infelizmente ou não, inexiste no mundo atual alternativa ao capitalismo. Isso é o óbvio. Digo e repito: uma "nova esquerda" tem de acabar com a fé e a esperança - trabalhar no mundo do não sentido, procurar caminhos, sem saber para onde vai.
No Brasil, temos de esquecer categorias ideológicas clássicas e alistar Freud na análise das militâncias. Levar em conta a falibilidade do humano, a mediocridade que se escondia debaixo dos bigodudos "defensores do povo", que tomaram os 100 mil cargos no Estado.
Além de "aventureirismo", "vacilações pequeno-burguesas", "obreirismo", "sectarismo", "democracia burguesa", "fins justificando meios", "luta de classes imutável" e outros caracteres leninistas temos de utilizar conceitos como narcisismo, voluntarismo, onipotência, paranoia, burrice, nas análises mentais dos "militantes imaginários".
Baudrillard profetizou há 20 anos: "O comunismo hoje desintegrado se tornou viral, capaz de contaminar o mundo inteiro, não através da ideologia nem do seu modelo de funcionamento, mas através do seu modelo de desfuncionamento e da desestruturação brutal" (vide o novo eixo do mal da A. Latina).
Sem programa e incompetentes, os neobolcheviques só sabem avacalhar as instituições democráticas, com alguns picaretas sábios deitando "teoria" (Zizek e outros). Somos vítimas de um desequilíbrio psíquico. Muito mais que "de esquerda" ou "ex-heróis guerrilheiros", há muito psicopata e paranoico simplório. Esta crise não é só política - é psiquiátrica. 

domingo, 5 de janeiro de 2014

MUDAR O RUMO .

05/01/2014
 às 16:46 \ Opinião


Publicado no Estadão deste domingo
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Ano novo, esperanças de renovação. Mas como? Só se mudarmos o rumo. A começar pela visão sobre o mundo que ressurgirá da crise de 2007-2008. O governo petista, sem o dizer, colocou suas fichas no “declínio do Ocidente”. Da crise surgiria uma nova situação de poder na qual os Brics, o mundo árabe e o que pudesse assemelhar-se ao ex-Terceiro Mundo teriam papel de destaque. A Europa, abatida, faria contraponto aos EUA minguantes.
Não é o que está acontecendo: os americanos saíram à frente, depois de umas quantas estripulias para salvar seu sistema financeiro e afogar o mundo em dólares, e deram uma arrancada forte na produção de energia barata. O mundo árabe, depois da Primavera, continua se estraçalhando entre xiitas, sunitas, militares, seculares, taleban e o que mais seja. A Rússia passou a ser produtora de matérias-primas. Só a China foi capaz de dar ímpeto à sua economia. Provavelmente as próximas décadas serão de “coexistência competitiva” entre os dois gigantes, EUA e China, com partes da Europa integradas ao sistema produtivo americano e com as potências emergentes, inclusive nós, o México, a África do Sul e tantas outras, buscando espaços de integração comercial e produtiva para não perderem relevância.

ENGANANDO MUITOS !

domingo, 5 de janeiro de 2014

Muito além de detonar a petralhada

Edição do  www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão 

Os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira, que conseguem interpretar a realidade com base na verdade e em conceitos corretos, não em ilusionismos ideológicos e preconceitos sem base científica, precisam parar de chover no molhado. Já passou da hora de formular, discutir e tentar colocar em prática um Projeto de Nação para o Brasil. De forma isolada, isto até acontece. De maneira integrada, infelizmente, não!

Em mais de 500 anos de história, nunca fizemos esse dever de casa – que é essencialmente Político. Não criamos uma identidade própria. Adoramos copiar ideias e modelos sofisticados, lá de fora, que não servem para nosso País. Não definimos, claramente, políticas (o que fazer), estratégias (como fazer) e táticas (as receitas certas). Não formulamos objetivos claros e não cumprimos metas realistas, em prazos bem definidos. Somos vítimas da incompetência dos líderes e da ignorância dos liderados.

Por isso, o Brasil caminha, perigosamente, na contramão do mundo. Vamos quebrar ou, com o potencial que temos, no mínimo, vamos sobreviver como de costume, segundo o modelo de uma rica colônia de exploração mantida artificialmente na miséria. Um lugar sem projeto de nação, sem educação, infraestrutura e forças armadas realmente operacionais nunca vai se desenvolver e nem ser soberano.

É inviável um País que prioriza a vagabundagem, pela via da distribuição de bolsas e incentivos governamentais, em vez de dar condições para a produção. Quem ousa produzir – e historicamente sempre foi assim – é penalizado por impostos absurdos, juros extorsivos e falta de crédito viável. Aqui, os bancos se comportam como lucrativas casas de usura, e não agentes de fomento produtivo.

Sobrevivemos em um País Capimunista. O Capimunismo brasileiro é um modelo falido. Um Estado interventor, desperdiçador de recursos e que não investe nas coisas certas, com um discurso de bem estar socializante-comunizante, só vai perpetuar nosso atraso educacional, científico-tecnológico, estrutural e, no final das contas, civilizatório. Na propaganda ufanista, somos a triste vanguarda do atraso.

Daqui a 10 meses, teremos eleições. O clima é de Copa do Mundo. Como de costume caímos de quatro em quatro anos no conto da torcida organizada. O eleitorado ignorante vai torcer por algum dos cavalos, burros ou bestas em disputa no páreo eleitoral do Al Capone. A suposta dedada na urna eletrônica que não imprime o voto para posterior recontagem manual decide o jogo. Somos obrigados a votar e a crer, dogmaticamente, na absoluta honestidade de um processo que especialistas já comprovaram ser fraudável – e que só o Brasil (“o great forefront of delay” – como diria Odorico Paraguaçu - adota.

Não basta tirar o PT do poder para substituí-lo por outro grupo político que obedecerá ao mesmo desígnio de sempre: manter o Brasil na vanguarda do atraso em que sempre esteve, subdesenvolvido, na periferia, servindo de base, material e humana, para o resto do mundo prosperar, enriquecer e se desenvolver de verdade.

A petralhada é apenas mais uma etapa a ser superada em nosso processo histórico de submissão à Oligarquia Financeira Transnacional. A politicagem corrupta devia nos servir (como não-exemplo de inspiração) para a formulação de um Projeto de Nação, sem o desfoco ideológico de torcidas organizadas (fenômeno marcante em 2014, seja na copa lucrativa da Fifa e na competição eleitoreira do TSE).

É preciso virar o jogo historicamente perdido. Time que está apanhando de goleada tem de ser mexido. Mas substituir os pernas de pau por novos craques de mentira em nada soluciona o Brasil. O único jeito de romper a inércia dessa partida com derrota historicamente programada é ter vontade de mudar e colocá-la em prática com um Projeto de Nação para o Brasil.

Sem isso, continuaremos perdendo de goleada, mesmo sem sair do zero a zero. Tirar a petralhada do poder é o primeiro lance prioritário de um jogo complicadíssimo – que a nossa ignorância não permite saber como vai acabar, se é que vai terminar. Os controladores globalitários não mexerão nas regras dos Jogos Vorazes.

Só nós podemos fazer isto. Se demonstrarmos coragem, competência e vergonha na cara. A união faz a força. A desunião traz a forca. Só unidos, venceremos... Torcedores, uni-vos! Ergamos a bandeira do Carlito Maia: Acordem e Progresso!

Vamos encarar o desafio, ou continuar no banco de reserva do fracasso? Vamos formar, unir o time, suar a camisa e virar o jogo a nosso favor?


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O POVO NÃO VÊ ESSES ABSURDOS !

 compartilhou a foto de Ely Silmar Vidal.
O ATOR MARCELO MADUREIRA (FOTO ABAIXO) PUBLICOU O QUE SEGUE SOBRE O LULA - NÃO DEIXEM DE LER E COMPARTILHAR!! "Muita gente" está pedindo: VOLTA LULA! (?) VOLTA LULA! e traga de volta as DUAS REFINARIAS que VOCÊ DOOU para a BOLIVIA! VOLTA LULA! e traga de volta os 1,2 BILHÕES DE DÓLARES que VOCÊ "EMPRESTOU" para HUGO CHAVEZ! VOLTA LULA! e traga de volta os BILHÕES DE DÓLARES que VOCÊ MANDOU para CUBA, HAITI E OUTROS, QUE AQUI TAMBÉM TEM CRIANÇAS MORRENDO DE ANEMIA; VOLTA LULA! e traga de volta os 10,6 BILHÕES DE REAIS que VOCÊ EMPRESTOU para o EIKE BATISTA (SEU TESTA DE FERRO) E QUE AGORA ESTÁ EM SITUAÇÃO PRÉ-FALIMENTAR! VOLTA LULA! e traga de volta os 25 MILHÕES DE EUROS que VOCÊ LEVOU com a ROSE para PORTUGAL; Volta Lula, e explica o MENSALÃO, que vc planejou e que tinha o "Quartel General" ao lado da sua sala... Volta Lula, e explica o fenômeno "ROSE"; Volta Lula, e explica os 6.000 médicos cubanos; Volta Lula, e explica a falência do SUS; Volta Lula e explica onde foi parar a reabilitação da indústria naval brasileira; Volta Lula e explica os 4,8 bilhões gastos na transposição do Rio São Francisco e que hoje está tudo abandonado... Volta Lula, e explica os 0,20 centavos mais caros do planeta; Volta Lula e explica os 39 ministérios; Volta Lula, e explica a falência da Petrobras; Volta Lula e explica os 20% de inadimplência do programa eleitoral "minha casa minha vida", que os brasileiros que trabalham terão que pagar. Observe também que a taxa de inadimplência de 16% gerou a crise imobiliária de 2007 dos Estados Unidos. Volta Lula e explica o que aconteceu com o óleo de mamona que ia ser a independência energética do Brasil; Volta Lula, e explica, o PRE-SAL; Volta Lula, e explica essa sua criação, o poste "DILMA" que você plantou em Brasilia... Volta Lula e explica porque o ministro do supremo Roberto Barroso passou a semana passada (16 a 21/9/013) tentando explicar o contrato milionário que o governo por meio da Eletronorte, concedeu recentemente sem licitação, a seu escritório de advocacia do Rio de Janeiro. Milhões de Brasileiros estão decepcionados: O LULA ESTÁ MUDO! Todos sabem que, se o Lula se explicar, O PT E OS ALIADOS SERÃO TRANCAFIADOS! VOLTA LOGO E VÁ PRA CADEIA TAMBÉM !!!!!! PEÇO MASSIVA DIVULGAÇÃO!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

IRONIA CRUEL...MAS, VERDADEIRA

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Vídeo de brasileiro nos EUA ironiza total despreparo do Brasil para sediar Copa de Futebol da Fifa


Edição do www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão 

O governo Dilma Rousseff está PT da vida com o vídeo produzido pelo site Realidade Americana – que faz uma crítica mordaz e irônica do Brasil para convidar estrangeiros para nos visitar durante a Copa do Mundo, em junho. “Fifa World Cup – The Real Brazil”, em 2 minutos e 54 segundos de duração, consegue ser mais eficiente que qualquer discurso de oposição à petralhada. Pena que contribua para consolidar a verdadeira imagem do Brasil como país atrasado, ignorante, subdesenvolvido e sem infraestrutura para a vida cotidiana – muito menos para receber turistas.

O material foi produzido por Carlos Montadori. Mais conhecido na internet por Carlinhos Troll, que faz vídeos para mostrar a realidade norte-americana para o resto do mundo, mostrando as diferenças entre os EUA e o Brasil. Embora more lá fora, alega que o “padrão pobreza” dele na terra do Tio Sam é mais digno que no Brasil. Em maio do ano passado, Carlinhos Troll chegou a ser entrevistado no programa “Encontro”, de Fátima Bernardes, da Rede Globo. Agora, Carlinhos vai entrar para a lista negra de perseguidos pela petralhada. Sorte dele que já está autoexilado nos EUA, e só vem uma vez por ano ao Brazil.

Faltou Carlinhos Troll lembrar, em seu vídeo, que o Brasil jogará fora US$ 6 bilhões apenas na construção de “arenas” (curiosamente, por marketagem, volta-se a adotar a velha definição do Império Romano para os “estádios” feitos na base do superfaturamento para pagar mensalões). Além dos corruptos, que já levaram o seu antecipadamente, na Copa, devem ganhar um bom dinheiro a Fifa, a Rede Globo, nossa precária rede hoteleira e alguns patrocinadores. Se o Brasil for campeão, tudo será festa. Se não for, é capaz de alguns se lembrarem do alto preço que será cobrado pela aventura... 

MAIS CORRUPÇÃO E IMPUNIDADE??? IMPOSSÍVEL!!!- 2

Por Francisco Vianna 01 Jan 2014
Foi-se o ano de 2013. Um ano que nos ensinou pelo avesso a ver a desordem institucional petista-peemedebista avançar neste país gigante 'deitado eternamente em berço esplêndido' e sem capacidade de fazer nada de digno e de proveitoso.
Aprendemos, com um amargor estranho na goela, que a corrupção no Brasil parece ser uma maldição incontornável, talvez a nos vitimar para sempre. Esse pecado destrutivo parece já fazer parte da nossa "cultura", talvez, melhor dizendo, da nossa "falta de cultura".
A corrupção está tão em evidência e de tal modo entranhada na alma dos brasileiros, e principalmente daqueles que entram para a rendosíssima profissão de "político", que parece impossível que um dia possamos dela nos livrar, ou pelo menos tornar a sua incidência apenas pontual.
Infelizmente, a corrupção norteou a construção do Brasil de hoje, a partir do eufemismo do "milagre brasileiro", nos anos 60s, onde erigimos no meio do nada, no ermo do cerrado goiano, uma cidade-monumento a ela: Brasília, onde os políticos rapidamente aprendem a fazer, na vida pública, o mesmo que fazem na privada...
Daí nasceu a nossa república clientelista, patrimonialista, antifederativa, que acabou com as ferrovias para favorecer o 'lobby' da indústria automobilística, que passou a produzir carroças motorizada para trafegarem em asfalto do tipo "casca de ovo" que se rompem em buracos à passagem do primeiro caminhão.
JK vendeu a preço de banana todo o manganês que existia na Serra do Navio, no Amapá, para construir Brasília e tornar aventureiros que lá chegaram com um caminhão velho nas grandes empresas construtoras de hoje, trabalhando inclusive com países ideologicamente "afins" com a esquerda encravada no planalto e recebendo recursos do Banco do Brasil e do BNDES.
Em 2013 ficamos sabendo que apenas 30 por cento da população brasileira é realmente alfabetizada e que, o resto ou é analfabeto absoluto ou analfabeto funcional que mal sabe desenhar o próprio nome e não é capaz de ler um texto a ponto de interpretá-lo adequadamente. Mas isso é ótimo para eleições, pois um eleitor ignorante é fundamental para perpetuar a escoriocracia em que vivemos ao eleger apenas canalhas e incompetentes populistas e demagogos. E canalhas como esses abundam hoje na política tupiniquim.
Aprendemos e investir mais em pão e circo, criando belos estádios de futebol e mantendo um enorme contingente de brasileiros na ociosidade remunerada do 'bolsa família', 'fome-zero', e outros mecanismos de lavagem de dinheiro e compra de votos, do que em infraestrutura, em assistência médica e hospitalar, em educação profissionalizante de qualidade, em segurança pública decente, em transporte público que não existe.
As cenas de pugilato e vandalismo nos estádios de futebol, nos tornam especialistas em "insegurança pública", o que será o maior estímulo para que o turista estrangeiro desista de vir ao Brasil assistir a Copa e as Olim...Piadas. Somos hoje uma universidade de renome mundial naquilo que deve ser feito para se desconstruir um país... Até Obama já andou por aqui aprendendo alguma coisa.
O Brasil parece desenvolver um capitalismo para os ricos e para o politiburo instalado em Brasília, de modo a torná-los cada vez mais ricos, e um socialismo para os pobres, de modo a torná-los perenemente pobres, igualitariamente miseráveis, mesmo que essa enorme maioria venha no futuro englobar a classe média consigo. Quando isso ocorrer, acabará o socialismo, pois acabará o dinheiro... Dos outros.
Aprendemos a ver que o nosso sistema carcerário é lamentável, indigno e ineficiente, mas isso somente após a condenação e prisão dos mensaloneiros. Nenhum deles quer ficar na cadeia e, para tanto, alegam tudo que podem, desde falsas doenças 'incapacitantes' às condições 'desumanas' das penitenciárias.
No Brasil, o idealismo é a primeira vítima da corrupção institucionalizada. A segunda é o bolso de quem trabalha como um cão para sustentar essa joça.
A Internet concitou as pessoas de bem a irem às ruas protestar contra essa desordem de coisas, e os canalhas petistas e peemedebistas criaram os "black blocs" e os arruaceiros mercenários de sempre para desencorajá-los; e conseguiram.
O brasileiro que enxerga pelo menos um palmo adiante do nariz, assiste pela TV paga (porque em canal aberto só há programas idiotas para uma audiência não menos, e vislumbra a desconstrução nacional posta em prática pela horda vermelha que invadiu o estado brasileiro. Tem hoje sua esperança arrasada num futuro melhor, mas, por outro lado, vai adquirindo sabedoria e ânimo de lutar por uma 'cidadania constitucional superior e mais qualificada'. No rastro da realização dessa esperança, surge a miragem de políticos minimamente qualificados e moralmente aptos a postularem cargos eletivos e de confiança.
As lições de 2013 estão aí para quem quiser aprender e elas nos indicam claramente o que fazer em outubro desse ano de 2014 que começa, ou seja, o brasileiro parece que começa a crer finalmente que o número 13 é aziago e agourento, embora ainda tenha pouquíssimas esperanças nas outras 'dezenas' partidárias.
A resposta nas urnas aos black blocs, uma horda de punks imbecis contratados pela cúpula ativista petista-peemedebista e pelo Foro de São Paulo para assustar qualquer cidadão de bem que se entusiasme e vá para a rua protestar pacificamente, está cada vez mais clara e evidente. Mas irá se impor?
Aprendemos ainda que "a infraestrutura caótica 'desse País' é obra dos governos anteriores", como disse a nossa hipodotada presidente, com a maior cara de pau, depois de mais de uma década de governo do seu próprio partido.
Por fim, os pedagogos do planalto nos ensinaram que o Plano Real não foi obra do FHC, como afirma a "mídia golpista" da direita, mas que foi Lula o seu criador, com uma mãozinha do Mantega, o menos respeitado dos economistas tupiniquins.
Como dizia o melhor presidente que os EUA já tiveram na era atual, Ronald Reagan, "os socialistas são aqueles que leram Carl Marx e Engels, e os antissocialistas são os que, além de lê-los, os entenderam muito bem"... Mas os socialistas, unidos agora pelo Foro de São Paulo – que inacreditavelmente muitos brasileiros simplesmente desconhecem e nunca ouviram falar – tentam decadentemente restaurar aqui na América latina, o que perderam no leste europeu... Seguem agora a tática desconstrutiva de Antônio Gramsci, o comunista italiano que prega que o socialismo deve se estabelecer a partir das fraquezas da própria democracia, de dentro dela, e por um trabalho de desmonte mediante anulação dos princípios morais e civilizacionais judaico-cristãos.
Há um movimento de esquerda (sinistra) de antinacionalismo, que privilegia as metas do Governo Mundial, e o "entreguismo" e a "privatização", que antes eram armas dialéticas da nossa "esquerda caviar", hoje se resumem na palavra 'concessão', principalmente daquilo que não temos competência de explorar – como o petróleo 'offshore', por exemplo – e o lucro oriundo da "mais valia" passou a ser admitido pelos socialistas tupiniquins, desde que o "partido" – e não necessariamente o estado – leve uma boa fatia dele.
Aprendemos também que o estado brasileiro é o maior cabide de emprego do mundo e que a camarilha no poder acha que ele deve continuar inchando, para desespero dos que pagam impostos, diretos ou indiretos, em cascata.
Neste ano, aprendemos que a escola pratica lavagem cerebral marxista em nossos adolescentes e que o importante não é capacitá-los a ter uma profissão profícua para o seu sustento e a geração de sua riqueza, mas para dar a eles o treino da reivindicação e da militância nos 'movimentos sociais' que lhes propiciem conseguir bolsas governamentais pagas por quem trabalha e produz para que vivam em seu "dolce far niente".
Assim, ficamos sabendo, neste ano que terminou, que a nossa justiça não é capaz de caminhar com seus próprios pés uma vez que os próceres de seu tribunal de mais alto escalão são nomeados diretamente pelo "partido" através da caneta estulta e obediente de seus presidentes da república, ao invés de serem profissionais de carreira representando o que há de melhor no nosso Direito. Com isso, ela é extremamente morosa, prolixa, cheia de brechas especialmente criadas para que advogados espertalhões ludibriem a lei, e o resultado disso se traduz na frase que diz: "uma justiça tarda e incompleta é uma completa e rápida injustiça"...
Aprendemos que o MERD... Digo, MERCOSUL, nunca foi, de fato, um bloco econômico, mas apenas uma corriola política, em nome da qual estamos metidos no financiamento de ditaduras e no perdão de suas dívidas.
Aprendemos que o legislativo é um dos mais caros e ineficientes do planeta e só teme, ligeiramente, as ameaças das manifestações populares. Seus elementos, com raríssimas exceções, estão amplamente despreparados para ocupar os cargos que ocupam e a maioria não tem reputação de pessoas de bem. A forma como trataram a chamada "lei da ficha limpa" é uma flagrante demonstração do seu desprezo pela probidade e pela decência.
Com isso, constatamos ao longo do ano que acabou ontem um rosário de escândalos que a cada ano se torna mais longo e mais pesado para a consciência nacional, se é que ainda existe alguma. Em função dessa triste decadência, os fatos perdem a consistência, e apenas as versões, principalmente as dos implicados, são consideradas.
A história do país está sendo reescrita ao bel prazer de tais versões espúrias e mentirosas. O Brasil é cada vez menos um país mais rubro de vergonha das mentiras oficiais, porque a vergonha está acabando ou já se esgotou por completo.
Nossas Forças Armadas têm cada vez menos poder de dissuasão em relação a potenciais inimigos externos, que nos consideram mais "imperialistas", do que assim considera, os americanos, a esquerda brasileira. A compra de meia dúzia de caças a jato para soltar fumaça em rasantes de comemoração em Brasília se tornou um jogo de política internacional, isso se não esbarrou no entrave usual do "quanto-é-que-eu-levo-nisso".
Ou seja, aprendemos em 2013 a viver mais ainda no nosso mundinho subdesenvolvido de "faz de contas", onde o crescimento é pífio e a roubalheira é galopante e onde as coisas que são preciso ser feitas para que o Brasil emerja de fato como uma grande potência mundial são deixadas de lado, pois isso exige governo de elite real, de meritocracia e de uma cidadania de qualidade que a possibilite.
A todos um 2014 focado principalmente, não da Copa do Mundo, mas no mês de outubro, onde o país terá mais uma oportunidade – talvez a última – de dar a volta por cima e construir uma nação justa, livre, produtiva, meritocrática, e acima de tudo conservadora de seus valores morais e civilizacionais.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

MAIS CORRUPÇÃO E IMPUNIDADE ?... IMPOSSÍVEL !!!


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014


2014: Ano do Quanto Pior Melhor?

Edição do www.alertatotal.net
Por Jorge Serrão 

Feliz 2014 para todos! O calendário gregoriano muda mais um ano... O mundo continua... Não acabou ainda... Aposta-se que acaba para a cúpula do Partido dos Trabalhadores... Mas só no fim do ano... Enquanto isso, quem tem um mínimo de consciência será obrigado a lamentar que a governança do crime organizado acaba com o Brasil... E isto acontece desde sempre... O desgoverno petralha só levou mais fama pelos grandes feitos na área das coisas erradas. Principalmente no ano final 13...

Feliz 2014 para ”brasileiros e brasileiras”? O imortal José Sarney – grande companheiro da petralhada - terminou o ano final 13 prometendo ser candidato à reeleição ao Senado. Luiz Inácio Lula da Silva – agora chamado pelo Romeu Tuma Júnior de “Barba” ou “Boi” – também imitará Sarney. Tentará uma vaga ao Senado por São Paulo, na desesperada tentativa de eleger Alexandre Padilha governador e Rosemary Noronha deputada. Assim, quem deve ficar sem emprego de político, a partir de 2015, é o Eduardo Suplicy – a não ser que aceite disputar a eleição para deputado federal. Melhor faria ele se fosse aposentado...

2014 será um ano esquisito. Estilo salve-se quem puder. O burburinho de desemprego é enorme. A inflação, com aumento de preços e alta do dólar, parece persistente. Na prisão ao modelo econômico equivocado, o Brasil continuará praticando juros altos. Bancos continuarão lucrando na base da usura no crédito dificultado, com tarifas extorsivas e ainda surfando na bolha imobiliária – que uma hora vai estourar...

Impostos, preços públicos e tarifas aumentam sem perdão. As famílias seguem na corda bamba, seguindo o primeiro teorema de Zeca Pagodinho: “Deixa vida me levar, vida leva eu...”. O negócio é sobreviver. E sobrevive quem consegue pagar as contas. E quem não consegue, fica devendo e com o nome sujo. Azar de quem virar estatística negativa na Serasa e nos SPCs,,,

O baixo consumo no Natal – um dos mais fracos comercialmente nos últimos 10 anos – indica que o trimestre janeiro-março será dureza. Moleza só para quem é político, corrupto ou beneficiário das bolsas governamentais que incentivam a vagabundagem e a improdutividade, gerando renda apenas para o consumismo primário.

2014 é o ano da Copa do Mundo de Futebol no Brasil. Negócio excelente só para a Fifa. O País torrou uns US$ 6 bilhões construindo estádios. A grana desviada para as arenas – quase todas obras superfaturadas e pagadoras de mensalões – falta na infraestrutura – onde o governo sempre promete investir, mas raramente ou nunca cumpre a promessa. Caos com enchentes, tráfego aéreo e locomoção urbana vão se repetir – se não ficarem ainda mais problemáticos. Se a seleção da CBF ganhar a taça, maravilha... Se perder, danou-se: todos vão lembrar daquele dinheiro jogado fora...

Politicamente, pouco muda. O modelo econômico imposto de fora para dentro ao Brasil não tem perspectivas de se alterar. Nem a suposta oposição aos petralhas mexe no vespeiro. Por isso, a Oligarquia Financeira Transnacional tende a substituir o PT no Palácio do Planalto. Para substituir a candidata à reeleição pelo “partido-religião”, parece que serve qualquer marionete que partilhe do socialismo Fabiano. O PT sai. Mas quem entra vai contar com o apoio de sempre do PMDB. Eis o pragmatismo cínico que reina na politicagem tupiniquim.

Por isso, a disputa eleitoral será igual a um torneio de futebol como outro qualquer. Aquele que vencer vai deixar a torcida adversária PT da vida... E isto não altera em nada o curso da história. Aliás, só existe uma hipótese (remotíssima) de os controladores globalitários manterem a petralhada no poder, por mais alguma temporada. Se a aposta for no quanto pior melhor... Para gerar uma crise que permita a capitulação definitiva do Brasil como nação.

Como não estamos longe disto, os petralhas ficam até animadinhos... Mas a situação para eles está pra lá de horrível. Vide o desdobramento do Mensalão. Quem podia imaginar que José Dirceu de Oliveira e Silva ficaria tanto tempo hospedado na Penitenciária da Papuda – e não nos hotéis de luxo dos quais é sócio? Dirceu tomou uma volta ou fez a aposta errada... Normal seria ele ter pedido asilo a Cuba, antes da hora do vamos ver...

O cenário para 2014 é para lá de esquisitíssimo. Nossos militares observam mais que aquele papagaio da velha piada. Não falam nada, a não ser nos reservador bastidores. Mas prestam uma atenção... Para eles, pouco muda, também. Talvez, quem sabe, uma tão esperada troca de comando, já que os chefes vêm lá dos tempos do Lula – o Presidentro que não sai de cima e que agora está magoado com Tuminha por causa da historinha do Barba ou do Boi...

2014, ano de eleição. Para Presidente, governadores, senadores, deputados estaduais e federais. Toda eleição todos reclamam da classe política. Mas na hora do antidemocrático voto obrigatório todo mundo aparece para referendar os mesmos de sempre... O eleitorado é ignorante ou sem vergonha? Deve ser as duas coisas. No fim, vencem os de sempre, com ajuda da urna eletrônica – máquina digna do cassino do Al Capone, sem direito a auditoria na recontagem por voto impresso, por unanimidade burra do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral.

Em 2014, a vaca vai pro brejo? Certeza absoluta disso a gente nunca tem. O Brasil parece que está indo... Econômica e politicamente falando.  

Só seria bom que o Boi fosse atrás da vaca também, de preferência botando a barba de molho...

Para quem tem fé em Deus e acredita na Pátria, feliz 2014, com muita saúde, paz e dinheiro!

Para quem não acredita, a gente se encontra no lado obscuro da Lua...