Pesquisar neste Blog

sábado, 6 de julho de 2013

ANÁLISE DE UM TRIBUNO DO DIREITO...

opinião

Manifestação da sociedade e eventuais repercussões criminais

POSTADO ÀS 17:03 EM 04 DE JULHO DE 2013
Por João Olímpio Mendonça

Nos últimos dias, o Brasil tem vivenciado situações praticamente inéditas na sua história.

Manifestações e passeatas sempre houve, em ocasiões e épocas diversas, mas sempre lideradas por Partidos Políticos, Centrais Sindicais, Diretórios Estudantis, etc...

Desta feita, todavia, articulada pelo infinito alcance das redes sociais, sem Organizações Partidárias e segmentos ideológicos, e ainda sem lideranças identificadas e pautas específicas, a Sociedade resolveu, de repente, ocupar as ruas do País, protestando de maneira difusa, contra tudo e contra todos, isso numa explosão que pode ser claramente traduzida como indignação popular diante da corrupção sempre crescente e impune que corrói as entranhas do País, contra os descalabros praticados por boa parte dos políticos e dirigentes brasileiros, contra a falta de transparência no Serviço Público, contra o atendimento desumano e atentatório à dignidade do cidadão nos hospitais públicos, contra o transporte público insuficiente e de qualidade ruim, contra a mobilidade urbana que estressa e consome atualmente horas e horas para que o cidadão possa se deslocar ao trabalho e retornar a sua residência, enfim contra tudo que não funciona, ou funciona precariamente com qualidade inferior e que não guarda a devida proporção com a elevada carga tributária que paga o povo brasileiro.

Sem desconhecer a relevância desses temas para a necessária Reforma Política do País, o povo não foi às ruas para pedir especificamente uma Assembleia Nacional Constituinte, Plebiscito nem Referendo. A Sociedade está cobrando, na realidade, respeito, honestidade, ética, transparência e um mínimo de eficiência nos Serviços Públicos.

Pelo gigantismo do movimento, vê-se que o povo, outrora irresignado e passivo, agora acordou e começou a ter consciência da força que tem. Os governantes e os membros do Poder Legislativo, surpreendidos e assustados, resolveram agora “ouvir as vozes das ruas”, anunciando apressadamente, da noite para o dia, a implementação de reformas e procedimentos éticos há muitos reclamados pela Sociedade.

É necessário, contudo, cautela. Toda reforma legislativa há de ser feita com técnica e coerência entre os seus dispositivos, sob pena de ser gerado um “frankenstein jurídico”, o que, evidentemente, não contribuirá para o aperfeiçoamento das nossas Instituições.

Não há dúvida que, pela força do povo, o Brasil mudou nos últimos 15 dias e jamais será o mesmo. Está provado historicamente que nenhum Governo, nenhuma Estrutura de Poder, sobrevive diante da pressão popular.

As manifestações continuam, agora organizadas por alguns segmentos e com pautas específicas. Ditos movimentos são legítimos e inerentes à Democracia, não obstante os enormes transtornos que causam no cotidiano das cidades, e a reprovável infiltração de uma pequena minoria de vândalos que buscam somente destruir, criminosamente, o patrimônio público e privado.

A esses, os vândalos, devem ser aplicados os rigores da Lei, posto que os delitos mais comumente praticados pelos mesmos são o Dano e o Desacato à Autoridade.

O crime de Dano (art. 163 do Código Penal), quando praticado contra bens particulares, e ainda sem violência ou grave ameaça à pessoa, é de Ação Penal Privada. Isso significa dizer que, em se tratando de “Dano Simples” a própria vítima que suportou o prejuízo é quem tem que provocar os Órgãos Oficiais encarregados da repressão penal, registrando a ocorrência em Delegacia de Polícia e apresentando, posteriormente, Queixa Crime perante a Justiça. Nesse caso, a autoridade policial deverá elaborar um T.C.O - Termo Circunstanciado de Ocorrência - e a competência para julgar o delito é de Juizado Especial Criminal.

O mesmo Delito de Dano, quando praticado contra o patrimônio da União, Estado, Município, empresas concessionárias de serviços públicos ou sociedade de economia mista, é de Ação Penal Pública Incondicionada, e a pena pode chegar a 3 anos de reclusão, mais multa. Nesse caso, o procedimento policial e o respectivo processo criminal não dependem da vontade de quem quer que seja, devendo a autoridade policial instaurar Inquérito e, após sua conclusão, remetê-lo ao Ministério Público para a promoção de Ação Penal.

É oportuno lembrar que nos casos de Dano contra o patrimônio público, incluindo as sociedades de economia mista e empresas concessionárias de serviços públicos, a Polícia deve autuar em flagrante o transgressor da norma, podendo em seguida conceder-lhe fiança na forma da Lei, salvo se o delito for cometido por grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.

Outro delito bastante alegado nas manifestações é o Desacato, previsto no art. 331 do Código Penal. É que os policiais, alguns corretos e equilibrados, outros extremamente truculentos, terminam em muitos casos se confrontando com manifestantes, culminando com agressões físicas e morais.

Segundo a nossa melhor doutrina penal, o Desacato é a grosseira falta de acatamento ao agente público, podendo consistir em palavras injuriosas, difamatórias ou caluniosas, vias de fato, agressão física, ameaças, gestos obscenos, gritos agudos, etc...

Os nossos Tribunais, contudo, vêem decidindo que o delito somente existe quando restar evidenciado o “dolo específico”, ou seja, a vontade e consciência de ultrajar, desprestigiar e humilhar o agente público no exercício da função ou em razão dela. Isso quer dizer que palavras ofensivas ditas em desabafo ou revolta momentânea, especialmente quando em ocasiões de descontrole emocional, ou ainda por pessoas embriagadas, não configura o Delito em apreço.

Desacato é crime de Ação Penal Pública Incondicionada e o processo deve tramitar perante um dos Juizados Especiais Criminais, que é o Juízo competente para decidir acerca de sua ocorrência, ou não, em cada situação concreta. A pena abstratamente prevista é de até 2 anos de reclusão, ou multa, cabendo transação penal e suspensão condicional do processo.

Mas, deixando ao lado essas considerações acerca da nefasta participação de uma minoria de vândalos, as manifestações tendem a se multiplicar pelos mais diversos segmentos da Sociedade, desta feita com agendas identificadas e com a participação/apoio das mais expressivas entidades da Sociedade Civil.

A OAB-PE, ora capitaneada pelo Presidente Dr. Pedro Henrique Reynaldo Alves, está solidária com todas as manifestações de natureza pacífica, posto que entende que a participação popular é de vital importância para as reformas necessárias e para o aperfeiçoamento das nossas Instituições.
Advogado militante, professor universitário, conselheiro da OAB-PE e presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-PE

sexta-feira, 5 de julho de 2013

PERDIDOS COMO CEGO EM TIROTEIO...


05/07/2013
 às 19:53

A Irmandade Petista quer ser, a um só tempo, a força da ordem e da desordem

A manchete da VEJA.com não poderia ser mais eloquente: “Dilma apela ao PT para recompor base na Câmara”. Como? A presidente é obrigada a fazer um apelo a seu próprio partido, que tem nas mãos, sei lá, uns 70% do governo que realmente conta? Sim, é bom deixar claro: o loteamento existe; a fisiologia existe; o toma-lá-dá-cá com partidos da base existe, mas quem fica com o filé-mignon é mesmo o petismo. Ou respondam:
- quem comanda os maiores orçamentos da Esplanada dos Ministérios?;
- quem está na secretaria-executiva de muitas pastas que estão apenas nominalmente nas mãos de outros partidos?;
- quem dá as cartas na economia?;
- quem faz, se quiser fazer, as escolhas estratégicas?
Com tudo isso, Dilma se vê na contingência de ter de “apelar” ao PT? É evidente que o partido decidiu medir forças com a racionalidade, disputando a alma da presidente. Por enquanto, infelizmente, está ganhando. Vejam a pantomima da Constituinte e do plebiscito, por exemplo. O que foi aquilo? Em sua mais recente resolução, nesta quinta, o Diretório Nacional do PT está convocando seus militantes a ir para as ruas, a engrossar os protestos, a aderir a um dia de greve gral ou sei lá o quê. Os petistas, em vez de se comportar como o partido do poder, o partido da ordem, decidiram disputar o espaço das ruas, como se lá se decidissem os rumos da institucionalidade. É uma sandice, um contrassenso, um absurdo. E a presidente, inexperiente, vamos convir, em disputa democrática, está entrando nessa. Fazer o quê? Ela tem uma história intelectual, não é?, que vem de um agrupamento clandestino de esquerda, que praticava atos terroristas. “Lei” e “ordem”, na perspectiva revolucionária, encarnam necessariamente forças da reação.
O PT nunca escondeu que o modelo institucional que aí está — democracia representativa, independência entre os Poderes, liberdade de expressão, imprensa livre — não é o seu ponto de chegada! Nada disso! Para eles, essas questões são apenas instrumentos de um ponto ligeiramente além do de partida. É com eles que pretende chegar ao verdadeiro modelo, que dispensa essas, digamos, delicadezas burguesas. Daí que frequentemente se depreenda dos textos que escrevem que estão ainda na fase do “acúmulo de forças”.
“Ah, Reinaldo, isso é só retórica; mera cascata pseudo-revolucionária…” Pode até ser assim em tempos de paz… Se, no entanto, os ânimos se acirram, como vemos, a rapidez com que escolhem o caminho da irresponsabilidade é espantosa. Esses celerados têm a ambição de ser, a um só tempo, o partido da ordem e o partido da desordem, de modo que esta possa ser usada em favor daquela — que será, então, uma ordem muito particular: a ordem petista.
Foi assim que tudo começou. No dia 13 de junho — aquele do confronto entre manifestantes e a Polícia Militar em São Paulo — os petistas acharam que se abrira uma janela de oportunidades para levar o governo Alckmin às cordas. E fizeram a aposta na desordem. O tiro saiu pela culatra, e um país com mais insatisfações acumuladas do que possa expressar com clareza, foi cair no colo de Dilma.
Em vez de apostar no entendimento, a Irmandade Petista prefere acirrar as contradições.
Por Reinaldo Azevedo

TEM GATO NESTA TUBA...

Eike e o dinheiro público – Senador tucano envia requerimento a Mantega, Pimentel e Alves cobrando informações

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) cumpriu a sua obrigação de senador da República — e, nesse caso, pouco imposta se da oposição ou da situação — e encaminhou a órgãos federais três requerimentos cobrando informações sobre as relações entre o Estado brasileiro e as empresas de Eike Batista, que estão derretendo. Segundo o senador, “a sociedade não pode ficar sem conhecer as operações que foram feitos com os recursos do Tesouro Nacional, decorrentes da arrecadação de impostos”, que têm origem, lembra, “na brutal carga tributária”, que recai sobre todos. Abaixo, seguem as perguntas encaminhadas nos requerimentos a três ministros: Fernando Pimentel (Indústria e Comércio), Guido Mantega (Fazenda) e Garibaldi Alves (Previdência). O parlamentar concentra suas questões em três instituições: BNDES, Banco do Brasil e fundos de pensão de estatais. Seguem as perguntas encaminhadas a cada um dos ministros.
Ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel:
1. Existem operações de crédito ou concessão de garantia entre o BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social em favor de empresas do Grupo do empresário Eike Batista?
2. Qual o valor total dessas operações?
3. Que empresas do Grupo teriam sido beneficiadas?
4. Quais foram as garantias recebidas?
5. Qual foi a taxa média ponderada pelo valor dos empréstimos, por instituição?
6.Qual o spread médio ponderado das operações em relação à taxa Selic do dia da concessão; o fator de ponderação deve ser o percentual do saldo de cada operação em relação ao saldo total das operações.
7. Que providências estão sendo adotadas para preservar o patrimônio do BNDES na hipótese de insolvência das empresas do Grupo?
8. Existe algum outro tipo de risco para o BNDES na hipótese de insolvência do referido Grupo, além de eventuais operações de crédito?
9.Na hipótese de existir qualquer participação, direta ou direta do BNDES nas empresas do Grupo, discriminar quais são essas participações, a evolução trimestral do valor dessas participações nos 12 últimos trimestres.
Ao ministro da Fazenda, Guido Mantega:
1 Existem operações de crédito ou concessão de garantia entre o Banco do Brasil S/A, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Nordeste do Brasil e o Banco da Amazônia em favor de empresas do Grupo do empresário Eike Batista?
2. Qual o valor total dessas operações, discriminadas por instituição referida no item 1?
3. Que empresas do Grupo teriam sido beneficiadas?
4. Quais foram as garantias recebidas?
5. Qual foi a taxa média ponderada pelo valor dos empréstimos, por instituição?
6. Qual o spread médio ponderado das operações em relação à taxa Selic do dia da concessão; o fator de ponderação deve ser o percentual do saldo de cada operação em relação ao saldo total das operações.
7. Que providências estão sendo adotadas para preservar o patrimônio das instituições federais de crédito na hipótese de insolvência das empresas do Grupo?
8. Existe algum outro tipo de risco para as instituições federais de crédito na hipótese de insolvência do referido Grupo, além de eventuais operações de crédito?
9. Na hipótese de existir qualquer participação, direta ou direta das instituições federais de crédito nas empresas do Grupo, discriminar quais são essas participações, a evolução trimestral do valor dessas participações nos 12 últimos trimestres.
Ao ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves:1. Existem operações no âmbito do controle exercido pela Secretaria de Previdência Complementar, nos fundos de pensão, em favor de empresas do Grupo do empresário Eike Batista?
2 Que fundos de pensão realizaram operações com as empresas referidas no item 1?
3. Qual o valor total dessas operações, discriminadas por instituição referida no item 1?
4. Que empresas do Grupo teriam sido beneficiadas?
5. Quais foram as garantias recebidas?
6. Qual foi a taxa média ponderada pelo valor das aplicações, por instituição?
7. Qual o spread médio ponderado das operações em relação à taxa Selic do dia da concessão; o fator de ponderação deve ser o percentual do saldo de cada operação em relação ao saldo total das operações.
8. Que providências estão sendo adotadas para preservar o patrimônio dos fundos de pensão na hipótese de insolvência das empresas do Grupo?
9. Existe algum outro tipo de risco para os fundos de pensão na hipótese de insolvência do referido Grupo, além de eventuais operações de crédito?
10. Na hipótese de existir qualquer participação, direta ou direta dos fundos de pensão, nas empresas do Grupo, discriminar quais são essas participações, a evolução trimestral do valor dessas participações nos 12 últimos trimestres.
Por Reinaldo Azevedo


Origem:http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

PONTOS DEMAIS FORA DO PADRÃO...

Uma constelação de pontos fora da curva

 

Por Luiz Sérgio Silveira Costa
 
O novo ministro, Barroso, disse que o julgamento do mensalão foi um ponto fora da curva, dando vazão à sua alma de defensor, em vez de execrar o crime, como fizeram os ministros do STF, citando que aquele foi o mais atrevido e escandaloso ato de corrupção pessoal, política e partidária nunca antes ocorrido na História deste país!
 
Entretanto, mais do que um ponto, o Brasil tem, na verdade, uma constelação de pontos fora da curva. Dos muitos, podemos vozear alguns, como:
 
- 39 ministérios, uma verdadeira ineficácia administrativa, um sorvedouro de gastos com pessoal e material, para contemplar uma coalizão oportunista, inconfiável, escorregadia, unicamente com propósitos de obter minutos de propaganda eleitoral, pois, como se tem visto, os interesses pessoais dos congressistas falam mais alto;
 
- senador suplente, eleito sem voto, uma aberração democrática; e deputados com raríssimos votos, eleitos por quociente eleitoral do partido;
 
- voto secreto no Congresso, outra excrescência;
 
- prescrição e progressão da pena; foro privilegiado, pena máxima de 30 anos, extinção de punibilidade para quem tem mais de 70 anos; um estímulo ao crime e aos agravos, embargos e recursos procrastinatórios;
 
- princípio de inocência, o que faz, por exemplo, que um assassino, mesmo condenado em júri popular seja inocente até o trânsito em julgado, e fique em liberdade apto a cometer novos crimes, em que será considerado primário;
 
- juízes corruptos simplesmente aposentados, quando deveriam ser demitidos e processados, como qualquer criminoso;
 
- assistência médica vitalícia no Senado, que ampara senadores, ex-senadores  e seus familiares, mesmo que o senador tenha permanecido apenas um dia no cargo;
 
- fiscais da Receita Federal deduzindo no IR todo o gasto em educação, enquanto os demais contribuintes só podem deduzir os gastos até o limite de R$3 mil;
 
- a soja do Centro-Oeste descer, por rodovia, até os portos de Santos e Paranaguá, e depois subir por navio para os portos asiáticos e europeus, quando já podia subir direto para o Norte, para os portos de Santarém e Itacoatiara, por hidrovias e mesmo rodovias, muito mais perto do destino final, com consequente redução do frete, do custo de combustível e desgaste das estradas;
 
- as cinco bitolas da malha ferroviária brasileira e a divisão das malhas por diversas concessionárias, o que dificulta a integração de linhas e o tráfego mútuo, estrangulando o modal;
 
- juízes e tribunais se autoconcedendo auxílio-alimentação, beneficio criado para favorecer trabalhadores de menor poder aquisitivo, e não a essa privilegiada classe. E, pior: retroagindo, inclusive a aposentados, embora seja um benefício exclusivo a quem está ativo, e nenhum deles ter deixado de se alimentar por falta de dinheiro;
 
- enquanto os 200 milhões de brasileiros ocupam 2,5% do território nacional, os cerca de 800 mil índios dispõem de 13% do território só para eles (cerca de 110 milhões de hectares). São, dessa forma, os maiores latifundiários do país, embora continuem pobres e carentes, mesmo dispondo de mais de cem mil ONGs (uma para cada oito índios) a eles devotadas;
 
- índios e integrantes do MST, muitos nem índios e nem agricultores, mas desempregados e indolentes de todos os tipos, inclusive estrangeiros, invadindo, depredando e incendiando propriedades legais e pagadoras de impostos, sem que nada aconteça a eles, consubstanciando um inaceitável privilégio em comparação com o cidadão submetido ao império da lei, como deve ser num estado democrático de direito;
 
- o país, apesar de índices econômicos pífios, em evidente escalada inflacionária e descontrole fiscal, e com ameaça de rebaixamento de sua classificação de risco, vê a  presidente se preocupar menos com isso do que com a sua reeleição;
 
- O Brasil perdoando dívidas de outros países, enquanto não perdoa os aposentados e não reajusta a tabela do Imposto de Renda, perversa para com os assalariados de todas as classes;
 
- a população decente e trabalhadora de joelhos perante o crime, que já se incorporou à rotina diária dos brasileiros;
 
- órgãos governamentais nacionais e estrangeiros de direitos humanos protegendo bandidos, em vez de as vítimas;
 
- política externa terceiro-mundista e socialista/comunista, com parceiros manifestadamente com estilos e aspirações autoritárias e retrógradas; encanto com ditaduras e ditadores de esquerda;
 
- a Universidade Federal de Ouro Preto, mantida com dinheiro público, abrigando um Centro de Difusão do Comunismo, com curso com finalidade de implantação do comunismo no Brasil;
 
- uma PEC do conluio, em que um se ausenta e se omite, para que outro a promulgue e crie novos tribunais, com gastos palacianos, quando a Justiça precisa mesmo  é de um choque de racionalidade e modernidade, com processos enxutos e ágeis;
 
- as novas PEC contra a moralidade, a criação de novos municípios e o impedimento de que o Ministério Público faça investigações;
 
- a babel salarial entre os Poderes, com salários desiguais mesmo para os mesmos cargos e qualificações; teto salarial desrespeitado, por aceitação de penduricalhos de todos os tipos, como diferenças individuais incorporadas indevidamente, o que cria os marajás do serviço público;
 
- excesso de ONG, muitas inidôneas, recebendo recursos....públicos!;
 
- cargos  de confiança, em detrimento de concursos públicos;
 
- uso de notas frias para justificar uso de verbas indenizatórias no Congresso, a maioria para despesas pessoais;
 
- funcionários fantasmas, e garçons ganhando R$15 mil no Congresso, muitos nomeados por atos secretos;
 
- receio de promover plebiscito sobre a diminuição da maioridade penal, mesmo para crimes hediondos; liberdade assistida a menores infratores;
 
- celulares nos presídios;
 
- aposentadoria sem contribuição anterior;
 
- cartões corporativos e gastos da Presidência da República considerados assunto de Segurança Nacional;
 
- asilo a bandidos internacionais e liberdade aos nacionais;
 
- livros escolares nas escolas públicas exaltando o comunismo;
 
- pagamento a funcionários do Congresso de horas extras..... não trabalhadas!;
- o governo do Rio Grande do Sul hospedando, com recursos públicos, terroristas das FARC;
 
- o déficit comercial brasileiro, permanecendo fiel a um Mercosul debilitado (o Paraguai e Uruguai, dois dos cinco sócios, já pediram status de observadores na Aliança do Pacífico, formada por Peru, Chile, Colômbia, México e Costa Rica), e com exagerada paciência estratégica com a Argentina, que nos impõe sistemáticas dificuldades de colocação de nossos produtos;
 
- o crescente consumo de cocaína e crack no país;
 
- as trapalhadas da Caixa e a ideologia da FUNAI;
 
- prevalência do pragmatismo político em vez de do princípio  ético, como, por exemplo, o presidente da FIESP, meca do capitalismo, filiado ao Partido Socialista Brasileiro, o que demonstra que o proveito e a ambição estão à frente do princípio;
 
- Congressos de juízes e desembargadores financiados por empresas particulares;
 
- bolsas de todos os tipos, especialmente compradoras de votos, como as incríveis bolsas a ex-campeões do mundo de futebol e a recente bolsa-estupro!, sem falar nas que cooptam empresários, vindas do BNDES, a juros extremamente bondosos;
 
- .........................................................................
 
Apesar desses, ainda há muitos e muitos pontos fora da curva, uma verdadeira constelação,  a desafiar a ética e a dignidade deste país, mais importantes do que as próprias penas do mensalão, pois os condenados, mesmo com a colocação delas dentro da piedosa curva do ministro, já se tornaram verdadeiros mortos-vivos, alvos da reprovação e escárnio popular, prisioneiros dentro de suas próprias casas, mesmo que seja a  casa do Congresso, refúgio de discutível hombridade.
Reaje, Brasil!!!!





SOBRA MÉDICOS EM CUBA...OU É PARA - MÉDICOS???

Médicos de Venezuela e Bolívia criticam experiência de ‘importar’ cubanos

IPCO | 4 de julho de 2013
Médicos cubanos
Médicos cubanos
O que vem sendo reafirmado a todo momento pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, e outras entidades, que o socialismo bolivariano adotado pela esquerda brasileira pretende cubanizar a nação, recebe uma sonora confirmação como se pode constatar pela reportagem que abaixo transcrevemos:

Médicos de Venezuela e Bolívia criticam experiência de ‘importar’ cubanos

Representantes de entidades médicas dos dois países relatam problemas vividos durante os programas Barrio Adentro e Operación Milagro
Maria Fernanda Ziegler , iG São Paulo
Representantes dos médicos da Venezuela e da Bolívia vieram ao Brasil, a convite do Conselho Federal de Medicina, para contar em um fórum a experiência de seus países com a “importação” de médicos. As associações médicas brasileiras têm se posicionado contra a decisão do Ministério da Saúde de trazer médicos estrangeiros para ampliar o atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no interior do Brasil.
O único ponto positivo destacado na entrevista concedida ao iG é que os cubanos, de fato, foram trabalhar nos lugares mais remotos da Bolívia e da Venezuela. Fora isso, os médicos apontaram “barbeiragens”, falta de documentação que comprovasse que os cubanos eram formados em medicina e disseram que as iniciativas foram um fracasso nos dois países.
Douglas León Natera, presidente da Federação Médica Venezuelana, contou que dos seis mil módulos de assistência médica construídos pelos cubanos naquele país a partir de 2003, apenas 20% seguem em funcionamento.
“Dizem que existem 30 mil médicos cubanos na Venezuela. Nós sabemos que não se tratam de médicos, só sabemos que são cubanos. Não vimos um título destes profissionais, só conseguimos ver 37 currículos. O governo venezuelano não permitiu ver mais nenhuma documentação”, disse Natera.
O programa começou em 2003, quando o então presidente venezuelano Hugo Chávez criou um programa de saúde a partir de um acordo do país com Cuba, que recebeu o nome de Barrio Adentro. Natera relata que até 1998, antes da chegada de Hugo Chávez ao poder, havia 298 hospitais e 4980 ambulatórios distribuídos em todo o território venezuelano.
De acordo com o site do programa mantido pelo governo venezuelano, nos dez primeiros meses do programa, chegaram 10 mil médicos, o que teria estabelecido a proporção de um médico para cada 250 famílias.
Atualmente, ainda de acordo com o governo venezuelano, o programa conta com mais de seis mil consultórios médicos, três mil odontológicos e 559 centros de diagnóstico integral. Os postos de saúde do Barrio Adentro, sobrados de alvenaria com 80 metros quadrados, funcionam como moradia dos médicos e posto de saúde. Natera diz, no entanto, que o projeto foi criado exclusivamente para beneficiar os cubanos, com construções superfaturadas e sem licitação.
Na Bolívia, a chamada Operación Milagro começou em 2006, relatou ao iG o médico boliviano Aníbal Cruz, vice-presidente da Confederação Médica Latino-Americana e do Caribe.
“O acordo já havia sido firmado em 2005, quando Evo Morales tinha sido eleito, mas ainda não era presidente. Em fevereiro de 2006, a Bolívia enfrentou uma grande inundação e a primeira equipe, cerca de 200 médicos cubanos, chegou. Ao final de quatro meses, vieram mais 2,4 mil e depois mais 4,2 mil médicos cubanos”,
Dados alterados ou inexistentes
Cruz contou que o corpo médico boliviano exigiu a documentação dos médicos cubanos, mas ela nunca foi apresentada.
“Não conseguimos nem uma lista com a especialidade de cada médico cubano”, afirmou.
Segundo o médico boliviano, depois de seis anos de programa chegaram notícias do governo da Bolívi, da imprensa e de Cuba, de que os médicos cubanos atenderam 58 milhões de bolivianos, sendo 324 mil em UTIs.
O boliviano Aníbal Cruz: “Não conseguimos nem uma lista com a especialidade de cada médico cubano que foi para a Bolívia”
“Quando soubemos destas notícias a primeira coisa que falamos foi: só temos 10 milhões de habitantes na Bolívia”, disse. Outras informações que circularam davam conta de que os médicos cubanos teriam feito 650 mil cirurgias oftalmológicas.
“Ou seja, quase 10% da população da Bolívia. Nós ficamos surpresos, pois se isso fosse verdade, era uma epidemia, os bolivianos estavam ficando cegos”, ironizou.
Para ele a situação é alarmante, pois os índices epidemiológicos e os dados estatísticos de Saúde da Bolívia são alterados.
“Ainda não sabemos quantos cubanos chegaram e quantos se foram. Levando em conta os problemas que tiveram na missão cubana, muitos deles desertaram, fugiram para a Argentina, para o Brasil e para os EUA”, disse.
Na Bolívia, os cubanos chegaram a locais onde não havia atendimento médico algum.
“Eles chegaram a locais muito distantes, especialmente no Altiplano boliviano, mas também tiveram muitos problemas de adaptação, pois são caribenhos e estavam acostumados a viver no nível do mar. E no altiplano, com 3 mil metros de altitude, nem a seleção brasileira aguente, não é?”, brincou Cruz.
“Barbeiragens”
Tanto Natera quanto Cruz citaram ao iG casos emblemáticos de erros grosseiros por parte dos médicos cubanos nos dois países. Na Venezuela, um rapaz teria morrido após tomar uma injeção de dipirona.
“Um rapaz de 18 anos chegou ao módulo do Barrio Adentro com 41 graus de febre. A mãe relatou que ele tinha febre e mal estar geral há dois dias. Também disse que ele era alérgico a dipirona. Então o cubano disse que primeiro se tratasse a febre e injetou dipirona na veia do rapaz. Em cinco minutos ele estava morto por uma reação anafilática. No dia seguinte, o cubano não estava mais lá”, denunciou Natera.
Cruz contou de camponês da região de Alto Chapare, Agustin Tucuiarpe, de 36 anos, que foi levado de avião a Cuba após um erro médico da Operación Milagro. Ele caiu de uma árvore, mas quando chegou à emergência do hospital não fizeram os exames adequados e tiraram o rim dele, sem se darem conta que ele tinha apenas um rim.
“Em março de 2008 a embaixada de Cuba e o governo tiraram o paciente do hospital e supostamente o levaram de avião para Cuba, mas nunca mais tivemos notícias da vida daquele paciente”, disse o médico.
Cruz e Natera defenderam que a “importação” de médicos cubanos não é uma solução para os problemas de saúde do Brasil.
“Acredito que é político, há um interesse do governo brasileiro em atacar um problema que eles mesmos criaram e que, por incompetência ou corrupção, ainda não resolveram”, criticou Natera.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

OS MANIPULADORES DAS MASSAS...

A quem interessa a radicalização?

Jornal do Brasil
Os povos do mundo inteiro estão insatisfeitos com a falta de sentido de uma sociedade conduzida pela ganância e pelo hedonismo. Nesse clima de angústia de muitos e da ansiedade geral, todos os pretextos servem para a explosão das ruas: uma árvore na Turquia e o aumento de vinte centavos nos transportes públicos no Brasil. Convocados pela internet, os manifestantes se reúnem, aos milhares. Cada um deles tem a sua árvore, a sua passagem de ônibus, as suas frustrações pessoais.
Que muitos jovens, ricos ou pobres, se deixem levar pelo entusiasmo e não controlem seus próprios impulsos, podemos entender. Mas não se pode aceitar que a isso fossem levados pelos noticiários de televisão, como qualquer pessoa com o mínimo de neurônios ativos podia claramente perceber. Ou incitados por um programa de televisão, cuja apresentadora ensinava a redigir cartazes “contra a corrupção”. Com tais estímulos, foi impossível que os mais sensatos deles impedissem o início de depredação do Itamaraty e o apedrejamento da Catedral de Brasília. Fatos como esses também ocorreram em outras cidades brasileiras, entre elas São Paulo e Rio. Só diante da força policial, parcelas enfurecidas de manifestantes se renderam.
A quem interessa a radicalização? Não interessa ao povo trabalhador deste país, que está conseguindo, pouco a pouco, cobrar da sociedade o que é de seu direito: educação, respeito social e empregos. E, como é a esperança, e não o desespero, que faz as revoluções, seria natural que o povo exigisse mais, em busca de sua plena emancipação histórica. 
Infelizmente não é ao povo brasileiro - a não ser pela reflexão que elas sugerem - que estes excessos favorecem. Eles servem, na realidade, aos seus inimigos. Aos que consideram descartáveis da sociedade nacional os que tiveram negado o acesso à educação, e à posse daquele mínimo de bens “indispensáveis ao exercício da virtude”, conforme Santo Tomás de Aquino. E aos que qualificam como incentivo à preguiça a ajuda que os mais necessitados recebem do Estado, por meio do Bolsa Família e do Pro-Uni, entre outros programas. 
A radicalização serve a alguns banqueiros insaciáveis, atingidos pela redução das taxas de juros; aos que especulam com o preço dos cereais e promovem a sua falta no varejo; às empresas multinacionais que se financiam no BNDES, e remetem bilhões de dólares de lucros ao exterior, sem reinvestir o necessário para o desenvolvimento nacional.
Ao avançar contra o Itamaraty, os extremistas se disseram contrários ao sentimento de soberania do país; em São Paulo, ao incendiar a bandeira nacional, e ao gritar que “o nacionalismo é imbecil”, robusteceram a suspeita de que provocadores estrangeiros infiltraram-se no movimento. Repetiram-se cenas conhecidas, desde a derrubada de Mossadegh, no Irã, em 1953 e ocorridas entre nós dez anos depois. E foram além, ao apedrejar a Catedral de Brasília. Queriam atingir Deus, ou o arquiteto que concebeu o templo?
É notório que o governo – que nisso tem sua parcela de culpa – está sendo acossado pelas maiores empreiteiras do país, como é o caso da Delta, uma aventura insuflada pelo governo do Rio de Janeiro. E como é o de Eike Batista, que, em pleno desmonte de seus negócios, ainda conseguiu associar-se a outra empresa, a fim de obter a concessão do Maracanã. 
Ora, daqui a um ano e meses o povo brasileiro irá às urnas e elegerá seu novo presidente. Por que não respeitar o sistema democrático? Os insatisfeitos com o governo poderão escolher outro.
A radicalização tem beneficiado, como mostra a História, a direita golpista. Foi assim que, em 1963 e em 1964, as senhoras ricas de São Paulo, bem postas em sua elegância, saíram às ruas, insufladas por agentes estrangeiros, como o famoso padre Peyton, um sacerdote de espetáculo, pároco de Hollywood, e a serviço da C.I.A. Elas estavam preocupadas em preservar a família, contra os “os comunistas ateus”. O resultado nós o conhecemos.

MINISTÉRIO PÚBLICO NELES...

Opinião: Porquê das passeatas


Calheiros e Alves nos limites nebulosos entre o público e o privado

Jornal do Brasil
A falta de ética está de tal forma arraigada à prática política no Brasil que não bastam alguns milhões nas ruas protestando para que o hábito do mau uso do dinheiro público cesse imediatamente. O uso dos aviões da FAB pelos presidentes da Câmara, Henrique Alves, e do Senado, Renan Calheiros, fora do horário de serviço de ambos, e para compromissos particulares, demonstra a total falta de noção do senso público e dos limites de poder. É bom lembrar que os protestos ainda não acabaram, porque as revindicações ainda não foram atendidas, mesmo com toda a disposição do governo e do Congresso para responder ao clamor das ruas.
Não há mensuração para a falta de ética e, portanto, os pecadilhos refletem a má índole e o mau hábito que os protestos nas ruas vêm condenando. Os nebulosos limites entre público e privado, que vez ou outra alguns políticos insistem em demonstrar publicamente, causa repulsa em toda a população. Pior ainda é a falta de reconhecimento do erro. Errou Renan ao não reconhecer o mau uso de um bem público, que são os aviões da FAB e errou Henrique Alves ao reconhecer seu erro, mas se redimindo de acordo com seus próprios e apropriados critérios.
Para se ter uma ideia da relação de custos envolvida nesse lamentável episódio, uma viagem de ida e volta, em  jato executivo privado, do Rio de Janeiro a Brasília sai por volta de R$ 40 mil, bem acima dos R$ 9,7 mil que o presidente da Câmara alardeou que estava devolvendo aos cofres públicos. Renan, por sua vez, sequer vai devolver valor algum e ainda ficou irritado com as satisfações que lhe foram cobradas e que são devidas a todos os brasileiros. Quando serão prestadas?
Sem entrar no mérito da origem do patrimônio, tanto Renan Calheiros quanto Henrique Alves são ricos e não precisavam arriscar suas reputações por tão pouco. Poderiam pagar a passagem de um avião de carreira ou até mesmo fretar um jato exclusivo para essas viagens. Mas a necessidade da demonstração de poder, o hedonismo tão característico da velha política, se sobrepõe ao bom senso, principalmente num momento em que as ruas clamam justamente pela boa conduta e pela correção.

O PETRÓLEO É NOSSO?..

Alerta na Petrobras

Pedro Simon
Quem analisa detidamente o mau desempenho das ações da Petrobras no mercado e, ao lado disso, acompanha as notícias surpreendentes que envolvem negócios e parcerias da empresa, notícias essas que servem de base para respaldar um pedido de uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Congresso, tem motivos suficientes para ficar preocupado. Ainda mais que o governo, ao impedir a Petrobras de reajustar os preços dos combustíveis a níveis internacionais, incorre no mesmo erro de administrações anteriores que é a utilização da empresa como instrumento de controle da inflação.
A verdade é que os atuais problemas da Petrobras são imensos e numerosos, provocando a queda do seu valor de mercado. A empresa vale hoje 65 por cento do seu patrimônio e a perda de eficiência média nas plataformas é de 10%, chegando, em alguns casos, a 50%. O governo está diante de um dilema severo.
Nesse quadro, é difícil concordar com a presidente da estatal, a competente Graça Foster, que em audiência no Senado, explicou medidas que estão sendo tomadas - a empresa atingiu recorde de produção de gasolina no mês de maio -, e procurou passar uma mensagem de tranquilidade à sociedade.
Afinal, se os brasileiros têm carinho por uma empresa nacional essa é a Petrobras, que surgiu após uma histórica mobilização popular que ganhou as ruas do país com o lema “O Petróleo é Nosso”. Hoje, cerca de 300 mil trabalhadores estão entre os orgulhosos, porém cada vez mais desconfiados acionistas da Petrobras.